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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCarneiro, Cristiene Costa-
dc.creatorDiniz, Denise Sisterolli-
dc.creatorLee, Chen Chen-
dc.creatorCruz, Francysdony Flávio Almeida-
dc.date.accessioned2018-10-17T10:39:00Z-
dc.date.available2018-10-17T10:39:00Z-
dc.date.issued2013-12-
dc.identifier.citationCARNEIRO, Cristiene Costa; DINIZ, Denise Sisterolli; CRUZ, Francysdony Flávio Almeida; LEE, Chen Chen. Importância da ressonância magnética no diagnóstico e controle da esclerose múltipla : um estudo com pacientes da Associação Goiana de Esclerose Múltipla. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, Betim, v. 11, n. 2, p. 502-516, ago./dez. 2013.pt_BR
dc.identifier.issn1517-0276-
dc.identifier.issne- 2236-5362-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/16191-
dc.description.abstractMultiple sclerosis is a demyelinating disease of the central nervous system (CNS) characterized by manifest itself through of episodes which evolve randomized and because of late diagnosis. The nonspecific nature of the symptoms is the main responsible for the disease make diagnosis difficult. In this study, we evaluated the contribution of magnetic resonance imaging in the diagnosis and control of multiple sclerosis, as well as clinical and socioeconomic data of patients from Associação Goiana de Esclerose Múltipla. In total, 16 patients were interviewed in the association. From the results obtained, there was a predominance of females and caucasians. The majority of associated were aged over 40 years. In general, the socioeconomic conditions of the patients interviewed are good. Symptoms of numbness, imbalance / dizziness and fatigue predominated as the initial symptoms. With the appearance of the first clinical signs, 37.5% of the patients seeked a neurologist immediately. At first visit, 62.5 % of patients had adequate clinical suspicion. This same percentage was observed among patients who received no specific treatment before starting treatment for multiple sclerosis. All interviewed patients (100 %) underwent magnetic resonance imaging to complement the clinical suspicion of the disease. Four (4) patients (25 %) said they had changed treatment because of a resonance. The financial difficulties of a relevant portion of patients (37.5%) make it difficult to perform this test of form regular basis. Most of the interviewed patients (43.75%) performs resonance by control the each year.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsclerose múltiplapt_BR
dc.subjectDiagnósticopt_BR
dc.subjectRessonância magnéticapt_BR
dc.subjectControlept_BR
dc.subjectMultiple sclerosispt_BR
dc.subjectControlpt_BR
dc.subjectMagnetic resonancept_BR
dc.subjectDiagnosispt_BR
dc.titleImportância da ressonância magnética no diagnóstico e controle da esclerose múltipla : um estudo com pacientes da Associação Goiana de Esclerose Múltiplapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoA esclerose múltipla é uma doença desmielinizante do sistema nervoso central (SNC) caracterizada por manifestar-se através de surtos que evoluem ao acaso e por causa de diagnóstico tardio. O caráter inespecífico dos sintomas é o principal responsável por dificultar o diagnóstico da doença. Neste trabalho, foi avaliada a contribuição da ressonância magnética no diagnóstico e controle da esclerose múltipla, bem como os dados clínicos e socioeconômicos de pacientes da Associação Goiana de Esclerose Múltipla. No total, foram entrevistados 16 pacientes da associação. Pelos resultados obtidos, observou-se predominância do sexo feminino e da etnia branca. A maioria dos associados têm idade acima de 40 anos. As condições sócio-econômicas dos pacientes entrevistados em geral são boas. Os sintomas de dormência, desequilíbrio/tonturas e fadiga predominaram como sintomas iniciais. Diante das primeiras manifestações clínicas, 37,5% dos pacientes procuraram um neurologista de imediato. Na primeira consulta, 62,5% dos pacientes não tiveram a devida suspeita clínica. Essa mesma porcentagem foi observada entre os pacientes que receberam tratamento não específico antes de iniciarem o tratamento para esclerose múltipla. Todos os pacientes entrevistados (100%) realizaram a ressonância magnética para complementar a suspeita clínica da doença. Quatro (4) pacientes (25%) afirmaram já ter modificado o tratamento por causa de uma ressonância. As dificuldades financeiras de uma parcela relevante de pacientes (37,5%) prejudicam a realização desse exame de forma regular. A maioria dos pacientes entrevistados (43,75%) realiza a ressonância por controle a cada ano.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.5892/ruvrd.v11i2.502516-
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicas - ICB (RG)pt_BR
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