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Campo DCValorIdioma
dc.creatorDourado, Luciana Machado-
dc.creatorTipple, Anaclara Ferreira Veiga-
dc.creatorSouza, Carlos Paula-
dc.creatorPaiva, Enilza Maria Mendonça-
dc.creatorSouza, Adenícia Custódia Silva-
dc.date.accessioned2018-10-22T12:24:46Z-
dc.date.available2018-10-22T12:24:46Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.citationDOURADO, Luciana Machado et al. Controle de infecção em prótese dentária: uma análise da prática de protesistas e laborátórios. Robrac: revista odontológica do Brasil Central, Goiânia, v. 12, n. 33, p. 5-11, 2003.pt_BR
dc.identifier.issne- 1981-3708-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/16223-
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPrótese dentáriapt_BR
dc.subjectInfecção hospitalarpt_BR
dc.subjectControle de infecçõespt_BR
dc.titleControle de infecção em prótese dentária: uma análise da prática de protesistas e laborátóriospt_BR
dc.title.alternativeInfection control in prosthodontics: an evaluation of dental laboratories and clinicans praticept_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoO controle de infecção no consultório odontológico e no laboratório de prótese tem se tornado uma necessidade para a proteção de pacientes, cirurgiões-dentistas e técnicos de laboratório. Embora algumas medidas de proteção vêm sedo aplicadas na prática odontológica, o manuseio de trabalhos protéticos não tem merecido atenção adequada. O objetivo deste estudo foi analisar as mediadas de controle de infecção adotadas por especialistas na área de prótese dentária e pelos responsáveis técnicos de laboratório de prósteses. Os dados foram obtidos através de questionários aplicados aos especialistas em próteses dentária e aos responsáveis técnicos de laboratórios registrados no Conselho Regional de Odontologia de Goiás (CRO-GO), após aprovação por um Comitê de ética e validação dos instrumentos. A análise dos dados foi feita pelo programa EPI-INFO-604. O estudo revelou a falta de padronização de métodos de limpeza e/ou desinfecção de moldes e peças protéticas por protesistas e laboratórios, o uso de soluções não recomendadas e negligência e/ou uso inapropriado de Equipamentos de Proteção Individual - EPI pelos técnicos, sinalizando para a possibilidade de ocorrência de infecção cruzada.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Enfermagem - FEN (RG)pt_BR
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