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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCarvalho, Andréia Assis-
dc.creatorMoreira, Francine do Couto Lima-
dc.creatorCunha, Larissa Mesquita-
dc.creatorMoura, Samara Marques de-
dc.creatorSouza, João Batista de-
dc.creatorEstrela, Carlos-
dc.creatorLopes, Lawrence Gonzaga-
dc.date.accessioned2018-11-14T13:39:04Z-
dc.date.available2018-11-14T13:39:04Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationCARVALHO, Andreia A. et al. Marginal microleakage of class II composite resin restorations due to restorative techniques. Revista Odonto Ciência, Porto Alegre, v. 25, n. 2, p. 165-169, 2010.pt_BR
dc.identifier.issn1980-6523-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/16439-
dc.description.abstractPurpose: To evaluate the marginal microleakage of class II composite resin (CR) restorations due to restorative techniques. Methods: Forty human extracted premolars were assigned to 4 groups (n=10). Class II cavities were prepared (4-mm wide, 2-mm axially, with the gingival margin located 1 mm beyond the cementum-enamel-junction), and the restorative adhesive system Prime & Bond 2.1/TPH 3 (Dentsply) was used. CR was inserted by the oblique incremental technique (OIT) and cured in continuous exposure. The restoratives techniques were: group 1 (control): OIT; group 2: flowable resin (1 mm) applied in the gingival wall + OIT; group 3: OIT + three pre-cured spheres inserted in the first increment of CR; and, group 4: OIT + strip of fiberglass inserted in the first increment of CR. The specimens were subjected to a thermocycling regimen of 500 cycles (1 min at 5o-37o-55oC), coated with two layers of nail varnish up to 1 mm from the restoration margins, and immersed in 0.5% basic fuchsine solution for 24 h. The extension of dye penetration at the cervical wall (μm) was evaluated using an optic microscope at x40. Data were analyzed using analysis of variance (ANOVA) (α=0.05). Results: The microleakage values were: G1: 370 μm ± 241; G2: 398 μm ± 354; G3: 205 μm ± 119; and G4: 413 μm ± 340. No statistically significant differences were found among the restorative techniques (P=0.081). Conclusion: Marginal microleakage values were not influenced by the different restorative techniques tested.pt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectComposite resinpt_BR
dc.subjectRestorative techniquept_BR
dc.subjectMarginal microleakagept_BR
dc.subjectResina compostapt_BR
dc.subjectMicroinfiltração marginalpt_BR
dc.subjectTécnica restauradorapt_BR
dc.titleMarginal microleakage of class II composite resin restorations due to restorative techniquespt_BR
dc.title.alternativeMicroinfiltração marginal de restaurações classe II de resina composta devido às técnicas restauradoraspt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Avaliar a microinfiltração marginal de restaurações classe II de resina composta (RC) em função de técnicas restauradoras. Metodologia: Quarenta pré-molares humanos extraídos foram divididos em 4 grupos (n=10). Cavidades classe II foram preparadas (4 mm de largura, 2 mm de altura e margem gengival localizada a 1 mm além da junção amelo-cementária, e foi usado o sistema adesivo Prime & Bond 2.1/TPH 3 (Dentsply). A RC foi inserida pela técnica incremental oblíqua (OIT) e polimerizada em exposição contínua. As técnicas restauradoras foram: grupo 1 (controle): OIT; grupo 2: resina fluida (1 mm) aplicada na parede gengival + OIT; grupo 3: OIT + três esferas pré-polimerizadas no primeiro incremento de RC; e grupo 4: OIT + tira de fibra de vidro inserida no primeiro incremento de RC. Os espécimes foram submetidos à termociclagem por 500 ciclos (1 min a 5o-37o-55oC), cobertos com duas camadas de esmalte até 1 mm das margens da restauração e imersos em solução de fucsina básica a 0,5% por 24 h. A extensão da penetração do corante na parede cervical (μm) foi avaliada com microscópio ótico (x40). Os dados foram analisados por ANOVA (α=0,05). Resultados: Os valores de microinfiltração foram: G1: 370 μm ± 241; G2: 398 μm ± 354; G3: 205 μm ± 119 e G4: 413 μm ± 340. Não houve diferença estatisticamente significativa entre as técnicas restauradoras (P=0,081). Conclusão: Os valores de microinfiltração marginal não foram influenciados pelas diferentes técnicas restauradoras neste estudo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S1980-65232010000200011-
dc.publisher.departmentFaculdade de Odontologia - FO (RG)pt_BR
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