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dc.creatorLima Filho, Manuel Ferreira-
dc.date.accessioned2018-12-07T10:33:59Z-
dc.date.available2018-12-07T10:33:59Z-
dc.date.issued2010-06-
dc.identifier.citationLIMA FILHO, Manuel Ferreira. Espelhos patrimoniais em Ouro Preto: museus e passado afro-brasileiro. Tomo, São Cristóvão, n. 16, p. 197-220, jan./jun. 2010.pt_BR
dc.identifier.issn2318-9010-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/16542-
dc.description.abstractI present in this article reflections based on my ethnographic study of social networks in the city of Ouro Preto as a methodological approach to the study of cultural heritage. The analysis D draws on field research data compiled from interviews, archives and collections between 2007 and 2009. In this work I focus my interpretation on slaverywhich comprises one of the central threads of the wider texture of the cultural heritage of Ouro Preto. By tracing the relationship between slavery and the BY conceptual categories Of memory, museums, cultural heritage and history,I reveal the crystalization of an overarching category, that of suffering, present in the public social imaginary of the city. Suffering is represented and reified through museum practices that portray a historical narrative of the Brazilian Nation-state that is hierarchical, exclusionary and reductionist. These particular visions of suffering obliterate a wider complexity of Afro-Brazilian experiences and cosmologies related to the culture and history of the city, raising the possibility that the idea of social victimization obscures other possibilities for linking cultural patrimony to citizenship.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPatrimônio culturalpt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectOuro Pretopt_BR
dc.subjectCultural heritagept_BR
dc.subjectMemorypt_BR
dc.titleEspelhos patrimoniais em Ouro Preto: museus e passado afro-brasileiropt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoApresento no presente artigo algumas reflexões etnográficas a respeito das redes sociais da cidade de Ouro Preto tendo o patrimônio cultural como víeis metodológico. A análise dialoga com dados provenientes de pesquisa de campo por meio de entrevistas, levantamento em arquivos e acervos realizados entre os anos de 2007 a 2009. Neste trabalho fizemos um recorte analítico enquadrando um dos dramas sociais da cidade, a escravidão, que compõe um dos fios das teceduras patrimoniais de Ouro Preto. As categorias conceituais utilizadas na análise são patrimônio, memória, museus, e história. Por meio destas categorias percebe-se a cristalização de outra categoria, a do sofrimento, presente no imaginário sobre a cidade, e reificado pelas práticas museológicas a favor da história síntese do Estado- Nação brasileira, numa perspectiva hierárquica, excludente e redutora. Práticas que inviabilizam a complexidade da cosmovisão afroouro-pretano que podem levar a uma ideia ingênua da vitimização social ou obliterar novas possibilidades patrimoniais relacionadas à cidadania.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.21669/tomo.v0i16.523-
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Sociais - FCS (RG)pt_BR
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