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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRamalho, Luziane Herzog de Azeredo-
dc.creatorÁvila, Marcos Pereira de-
dc.creatorMoraes Junior, Haroldo Vieira de-
dc.creatorDamasceno, Eduardo de França-
dc.date.accessioned2019-06-05T15:57:00Z-
dc.date.available2019-06-05T15:57:00Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationRAMALHO, Luziane Herzog de Azeredo; ÁVILA, Marcos Pereira de; MORAES JÚNIOR, Haroldo Vieira de; DAMASCENO, Eduardo de França. Edema macular diabético subclínico e retinopatia diabética não proliferativa leve: correlação de dados com o analisador de espessura da retina (RTA). Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, São Paulo, v. 72, n. 4, p. 503-508, 2009.pt_BR
dc.identifier.issn0004-2749-
dc.identifier.issne- 1678-2925-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/17618-
dc.description.abstractPurpose: To measure, using the retinal thickness analyzer, the mean foveal thickness and the mean perifoveal thickness values on patients suffering from mild non-proliferative dia- betic retinopathy without clinically detectable macular ede- ma (classified by the ETDRS study), and compare them with healthy individuals. Methods: Observational analytical re- trospective case-controlled study, on a sample of 79 eyes (39 affected and 40 control). The sample was selected from by exams previously taken at Centro Brasileiro de Cirurgia de Olhos (CBCO) (from 1999 to 2003) stored in the retinal thi- ckness analyzer. The control group was selected according to specific criteria. The affected group was formed according to the research inclusive and exclusive criteria. The results were submitted to statistical tests for reliability. Results: In the control group the values obtained for mean foveal thick- ness were around (mean=147.4 micra ± 15.4 micra standard deviation) and for mean perifoveal thickness were around (mean=193.8 micra ± 24.6 micra standard deviation). Pa- tients with mild non-proliferative diabetic retinopathy presen- ted foveal thickness around (mean=198.9 micra ± 48.3 micra standard deviation) and perifoveal thickness around (mean= 194.2 micra ± 26.4 micra standard deviation). Conclusion: An increase of mean foveal thickness on diabetic patients who have not shown clinical signs of macular edema was noted, which was proved by statistical tests. Such results are simi- lar to the values found in medical literature.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRetinopatia diabéticapt_BR
dc.subjectTécnicas de diagnóstico oftalmológicopt_BR
dc.subjectEdema macularpt_BR
dc.subjectFóvea centralpt_BR
dc.subjectRetinapt_BR
dc.subjectMácula luteapt_BR
dc.subjectDiabetic retinopathypt_BR
dc.subjectMacular edemapt_BR
dc.subjectRetinapt_BR
dc.subjectDiagnostic techniques, ophthalmologicalpt_BR
dc.subjectMacula luteapt_BR
dc.subjectFovea centralispt_BR
dc.titleEdema macular diabético subclínico e retinopatia diabética não proliferativa leve - Correlação de dados com o analisador de espessura da retina (RTA)pt_BR
dc.title.alternativeSubclinical diabetic macular edema and mild non-proliferative diabetic retinopathy - Data correlation with the retinal thickness analyzer (RTA)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Mensurar, utilizando o analisador de espessura retiniana, valores de média de espessura foveal e média de espessura perifoveal de pacientes portadores de retinopatia diabética não proliferativa leve com ausência de edema macular clinicamente detectável (classificados pelo estudo ETDRS), comparando-os com os de indivíduos normais. Méto- dos: Estudo retrospectivo analítico observacional, caso-controle sobre uma amostra de 79 olhos (39 acometidos e 40 controles). A amostra foi selecionada dentro dos exames já realizados no Centro Brasileiro de Cirurgia de Olhos (CBCO) (de 1999 a 2003) arquivados no analisador de espessura retiniana (RTA). O grupo controle foi selecionado segundo critérios específicos. O grupo acometido foi constituído de acordo com os critérios de inclusão e exclusão da pesquisa. Os resultados encontra- dos foram submetidos a testes estatísticos para validação. Resultados: No grupo controle, os valores encontrados para média de espessura foveal foram em torno de (média=147,4 micra ± desvio padrão de 15,4 micra) e média de espessura perifoveal em torno de (média=193,8 micra ± desvio padrão de 24,6 micra). Os pacientes com retinopatia diabética não proliferativa leve apresentaram espessura foveal em torno de (média= 198,9 micra ± desvio padrão de 48,3 micra) e espessura perifoveal em torno de (média de 194,2 micra ± desvio padrão de 26,4 micra). Conclusão: Foi observado um aumento da média de espessura foveal em pacientes diabéticos que ainda não apresentam sinais clínicos de edema macular, comprovado através de testes estatísticos. Os resultados estão de acordo com os valores encontrados na literatura.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0004-27492009000400013-
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RG)pt_BR
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