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dc.creatorVelloso, Araceli Rosich Soares-
dc.date.accessioned2019-09-06T13:16:18Z-
dc.date.available2019-09-06T13:16:18Z-
dc.date.issued2010-12-
dc.identifier.citationVELLOSO, Araceli. Conteúdo cognitivo e sentido em Frege. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v. 19, n. 28, p. 69-87, dez. 2010.pt_BR
dc.identifier.issn0104-6675-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18093-
dc.description.abstractIn this article we will investigate the origins and purpose of the fregean distinction between sense and reference, with special attention to the case of singular terms. Our purpose is to establish the reason(s) that prompted Frege to change his mind vis-a-vis his 1879’s position, represented in his Begriffsschrift, and to finally draw his famous distinction, so notorious within all analytic philosophical literature. As a second goal, subsidiary to the first one, we propose to carefully examine in this article some passages relevant to the proper construal of his distinction, about which we believe there is still some remaining controversy. We will suggest that, at least in one specific passage, the existing translations, both in English and in Portuguese, were not fully adequate to the intuitions of the German philosopher and mathematician.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFregept_BR
dc.subjectParadoxo da análisept_BR
dc.subjectConteúdo cognitivopt_BR
dc.subjectDistinção sentido e referênciapt_BR
dc.subjectParadox of analysispt_BR
dc.subjectCognitive contentpt_BR
dc.subjectSense and reference distinctionpt_BR
dc.titleConteúdo cognitivo e sentido em Fregept_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoNesse artigo, investigaremos as raízes e propósitos da distinção fregiana entre sentido e referência, analisando especificamente o caso dos termos singulares. Nosso propósito é estabelecer a(s) razão(ões) pela(s) qual(is) Frege teria mudando de ideia em relação a sua posição em 1879, no Begriffsschrift, e optado por introduzir essa distinção – famosa na literatura filosófica analítica. Como um segundo objetivo, subsidiário ao primeiro, nos propomos desse artigo a analisar cuidadosamente algumas passagens relevantes para a compreensão dessa distinção feita por Frege nas quais pensamos haver ainda alguma controvérsia. Defenderemos que, ao menos em um trecho específico, as traduções correntes, tanto em inglês quanto em português, não fizeram jus a intuições importantes do matemático e filósofo alemão.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia - FAFIL (RG)pt_BR
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