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Campo DCValorIdioma
dc.creatorFreitas Júnior, Ruffo de-
dc.creatorKoifman, Sergio-
dc.creatorSantos, Nalu Ribeiro Macedo-
dc.creatorNunes, Maria Osneide Araújo-
dc.creatorMelo, Giselly Gomes de-
dc.creatorZimmermann, Anna Cristina Gonçalves Ribeiro-
dc.creatorRocha, Aline Ferreira Bandeira de Melo-
dc.date.accessioned2019-11-07T12:50:53Z-
dc.date.available2019-11-07T12:50:53Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationFREITAS JÚNIOR, Ruffo et al. Conhecimento e prática do auto-exame de mama. Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. 52, n. 5, p. 337-341, 2006.pt_BR
dc.identifier.issn0104-4230-
dc.identifier.issne- 1806-9282-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18334-
dc.description.abstractO BJECTIVE . To ascertain frequency of women in a hospital sample in Goiânia, Brazil, who know about and carry out breast-self examination (BSE) as well as the factors associated to knowledge and practice of this diagnostic method. M ETHODS . A descriptive study was carried out aiming to identify factors potentially associated to BSE in a sample of 2,073 women. Data was collected using a standardized questionnaire of age, education level, origin, parity, civil status, income and breastfeeding antecedents of the women. R ESULTS . 75% of women knew about BSE and 51% practiced it. A multivariate analysis yielded the following odds ratios: BSE knowledge was 4.2 times higher among housewives than women working away from home; 2.1 times higher among those aged 30 years or older; 2.1 times higher in those with 5 years or more of schooling, 1.98 times higher among those living in the Greater Goiânia Region, 1.4 times higher among those with 2 children or more, and 1.68 times higher among those with an income above 2 minimum wages. In relation to BSE practice, it was 1.7 times more frequent among housewives and among those 30 year or older, 1.8 times more frequent among those with more years of schooling and 1.2 more frequent among women with an income above 2 minimum wages. C ONCLUSION . The majority of women knew about BSE, and half of them, practiced it. Less knowledge and less frequent practice of BSE was more often detected in poorer women, those with less health information and awareness about the usefulness of this method for early breast cancer detection.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCâncer de mamapt_BR
dc.subjectAuto-examept_BR
dc.subjectRastreamentopt_BR
dc.subjectRiscopt_BR
dc.subjectRegressão logísticapt_BR
dc.subjectAnálise fatorialpt_BR
dc.subjectBreast cancerpt_BR
dc.subjectFactor analysispt_BR
dc.subjectBreast self examinationpt_BR
dc.subjectScreeningpt_BR
dc.subjectLogistic regressionpt_BR
dc.titleConhecimento e prática do auto-exame de mamapt_BR
dc.title.alternativeKnowledge and practice of breast self - examination in Goiâniapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoOBJETIVO . Determinar a prevalência e fatores associados ao conhecimento e prática do auto-exame das mamas (AEM) em amostra hospitalar de Goiânia. MÉTODOS . Realizou-se estudo descritivo sobre os fatores potencialmente associados ao conhecimento e prática do AEM numa coorte de 2073 pacientes. Usou-se entrevista estruturada, sendo as variáveis estudadas: idade, escolaridade, procedência, paridade, estado civil, renda familiar e amamentação. RESULTADOS . Observou-se que 75% das mulheres conheciam e 51% praticavam o AEM. Análise multivariada permitiu a obtenção das seguintes razões de chance: conhecimento do AEM entre donas de casa foi 4,2 vezes maior que entre as que trabalham fora; 2,1 vezes maior entre as acima de 30 anos; 2,1 vezes maior entre as com cinco ou mais anos de escolaridade; 1,98 vez maior entre as originárias da Grande Goiânia; 1,4 vez maior entre as com dois ou mais filhos; 1,68 vez maior entres aquelas com renda maior que dois salários mínimos. Em relação à realização do AEM, esta foi 1,7 vez mais freqüente nas donas de casa; 1,7 vez mais relatada nas maiores de 30 anos; 1,8 vez mais entre as originárias da Grande Goiânia; 1,8 vez mais freqüente naquelas com maior escolaridade; e 1,2 vez mais nas mulheres com renda superior a dois salários mínimos. C ONCLUSÃO . A maioria das pacientes refere conhecer o auto-exame, e metade menciona praticá-lo. As camadas da população mais carentes de informação e conscientização sobre a importância dessa técnica na detecção precoce do câncer de mama apresentam alta taxa de desconhecimento e não o praticam.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0104-42302006000500022-
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RG)pt_BR
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