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dc.creatorReis, Helena Esser dos-
dc.date.accessioned2019-12-10T12:27:04Z-
dc.date.available2019-12-10T12:27:04Z-
dc.date.issued2014-12-
dc.identifier.citationREIS, Helena Esser dos. O que nos faz agir? Discussões filosóficas sobre os fundamentos dos direitos humanos. Prometeus, São Cristovão, v. 7, n. 16, p. 265-276, jul./dez. 2014.pt_BR
dc.identifier.issne- 2176-5960-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18421-
dc.description.abstractThe discussion surrounding human rights seems to me an important contribution that the ones who dedicate to political philosophy can give to the contemporary globalized and interdependent world. Analyzing ideas and conceptions that appear obvious or unanswerable and by means of the interdisciplinary academic dialogue and with people in general, we can seek for bigger clarity about the foundations of the human action. It’s not about offering answers, but about thinking and speaking publically about the insertion and the responsibility of people in the world. Here, then, the purpose of my exposition: having the 1948 Universal Declaration of Human Rights as a base, I invite you to talk about what makes us act. Or, more precisely, about the common act – to one another – so that everyone can participate integrating the community. I will begin investigating some articles of the Declaration, trying to discern what must guide the actions of each individual and the civil and political institutions. Next, evidencing the need – recognized by the Declaration itself – of an effort of teaching and education for the effectuation of actions based on the respect to its principles, we will pass to discuss the kind of effort requested. Finally we will search to understand the sense that teaching and education gain in the ambit of the Declaration discussing about the possibility of adjustment between principles and action. However, this seems to me the Gordian knot of effectiveness of human rights in the contemporary world. There is not an answer; I believe that it’s a construction to be made by the public discussion, with the participation of all. Well, it’s to this discussion that I invite you.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFundamentospt_BR
dc.subjectDireitos humanospt_BR
dc.subjectPrincípiospt_BR
dc.subjectAçãopt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectFundamentalspt_BR
dc.subjectHuman rightspt_BR
dc.subjectPrinciplespt_BR
dc.subjectActionpt_BR
dc.subjectEducationpt_BR
dc.titleO que nos faz agir? Discussões filosóficas sobre os fundamentos dos direitos humanospt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoA discussão acerca dos direitos humanos parece-me uma importante contribuição que aqueles que se dedicam à filosofia política podem dar ao mundo contemporâneo globalizado e interdependente. Analisando idéias e concepções que parecem óbvias ou irretorquíveis e por meio do diálogo acadêmico interdisciplinar e com as pessoas em geral, podemos buscar maior clareza acerca dos fundamentos da ação humana. Não se trata de oferecer respostas, mas de pensar e falar publicamente sobre a inserção e a responsabilidade das pessoas no mundo. Eis, portanto, o propósito de minha exposição: tendo como base a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, convido-os para conversarmos sobre o que nos faz agir. Ou, mais precisamente, sobre o agir em comum – uns com os outros – de modo que todos possam participar integrando-se à comunidade. Iniciarei investigando alguns artigos da Declaração, buscando discernir o que deve nortear as ações de cada pessoa e das instituições civis e políticas. Em seguida, evidenciando a necessidade – reconhecida pela própria Declaração – de um esforço de ensino e educação para efetivação de ações baseadas no respeito aos seus princípios, passaremos a discutir o tipo de esforço solicitado. Finalmente buscaremos compreender o sentido de que ensino e educação ganham no âmbito da Declaração discutindo acerca da possibilidade de ajustes entre princípios e ação. Contudo, este parece-me o nó górdio da efetivação dos direitos humanos no mundo contemporâneo. Não há uma resposta, penso que se trata de uma construção a ser feita pela discussão pública, com a participação de todos. Pois bem, é para essa discussão que os convido.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia - FAFIL (RG)pt_BR
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