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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMalta, Deborah Carvalho-
dc.creatorMoura, Erly Catarina de-
dc.creatorMorais Neto, Otaliba Libânio de-
dc.date.accessioned2020-03-03T11:38:00Z-
dc.date.available2020-03-03T11:38:00Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationMALTA, Deborah Carvalho; MOURA, Erly Catarina; MORAIS NETO, Otaliba Libanio de. Gender and schooling inequalities in risk and protective factors for chronic diseases among Brazilian adults, through telephone survey. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 125-135, 2011.pt_BR
dc.identifier.issn1415-790X-
dc.identifier.issne- 1980-5497-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18790-
dc.description.abstractObjectives: To assess risk and protective factors for chronic noncommunicable diseases (CNCD) and to identify social inequalities in their distribution among Brazilian adults. Methods: The data used were collected in 2007 through VIGITEL, an ongoing population-based telephone survey. This surveillance system was implemented in all of the Brazilian State capitals, over 54,000 interviews were analyzed. Age-adjusted prevalence ratios for trends at different schooling levels were calculated using Poisson regression with linear models. Results: These analyses have shown differences in the prevalence of risk and protective factors for CNCD by gender and schooling. Among men, the prevalence ratios of overweight, consumption of meat with visible fat, and dyslipidemia were higher among men with more schooling, while tobacco use, sedentary lifestyle, and high-blood pressure were lower. Among women, tobacco use, overweight, obesity, high-blood pressure and diabetes were lower among men with more schooling, and consumption of meat with visible fat and sedentary lifestyles were higher. As for protective factors, fruit and vegetables intake and physical activity were higher in both men and women with more schooling. Conclusion: Gender and schooling influence on risk and protective factors for CNCD, being the values less favorable for men. vigitelvigitel vigitel is a useful tool for monitoring these factors amongst the Brazilian population.pt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPhysical activitypt_BR
dc.subjectChronic diseasept_BR
dc.subjectRisk factorspt_BR
dc.subjectInequalitiespt_BR
dc.subjectEducational statuspt_BR
dc.subjectTobaccopt_BR
dc.subjectAtividade físicapt_BR
dc.subjectDoença crônicapt_BR
dc.subjectFatores de riscopt_BR
dc.subjectDesigualdadespt_BR
dc.subjectEscolaridadept_BR
dc.subjectTabacopt_BR
dc.titleGender and schooling inequalities in risk and protective factors for chronic diseases among Brazilian adults, through telephone surveypt_BR
dc.title.alternativeDesigualdades de sexo e escolaridade em fatores de risco e proteção para doenças crônicas em adultos brasileiros, por meio de inquéritos telefônicospt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoObjetivos: Analisar os fatores de risco e proteção para doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT) e identificar as desigualdades sociais na sua distribuição entre adultos brasileiros. Métodos: Os dados utilizados foram coletados em 2007, por meio do VIGITEL, inquérito telefônico contínuo, em todas as capitais dos estados do Brasil, tendo sido analisadas pouco mais de 54.000 entrevistas. Foi calculada a razão de prevalência ajustada por idade, e as tendências em diversos níveis de escolaridade foram calculadas utilizando a regressão de Poisson com modelos lineares. Resultados: Foram descritas diferenças na prevalência de fatores de risco e proteção para DCNT, por sexo e escolaridade. Entre homens, as prevalências do excesso de peso, consumo de carnes com gordura aparente e dislipidemia foram maiores na faixa de maior escolaridade, enquanto o uso do tabaco, estilo de vida sedentário e hipertensão arterial foram menores. Entre as mulheres, o uso do tabaco, excesso de peso, obesidade, hipertensão e diabetes foram menores na faixa de maior escolaridade. O consumo de carnes com gorduras visíveis e estilos de vida sedentários foram maiores na faixa de maior escolaridade. Quanto aos fatores de proteção, o consumo de frutas e verduras e atividade física aumentaram em homens e mulheres com o aumento da escolaridade. Conclusão: Sexo e escolaridade exercem influência nos fatores de risco e proteção para DCNT, com valores mais desfavoráveis para os homens. O VIGITEL é uma ferramenta importante no monitoramento destes fatores junto à população brasileira.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S1415-790X2011000500013-
dc.publisher.departmentInstituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG)pt_BR
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