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dc.contributor.advisor1Oliveira, André Henrique Freiria de-
dc.creatorSouza, Ariel Alves de-
dc.date.accessioned2020-09-23T12:16:14Z-
dc.date.available2020-09-23T12:16:14Z-
dc.date.issued2020-06-17-
dc.identifier.citationSOUZA, Ariel Alves de. Vias angiotensinérgicas e colinérgicas centrais no controle da ingestão de água e sódio em animais submetidos a sessões de esteira. 2020. 36 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Faculdade de Farmácia, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/19067-
dc.description.abstractPhysical exercise can promote adaptations and decrease neuronal sensitivity in stressful situations, due to neuroplasticity, with cases of intracellular and extracellular dehydration depending on the intensity of the activity. Intracellular dehydration is the loss of water by the cell due to increased osmotic pressure in the extracellular compartment and appears to be involved in central cholinergic pathways. Extracellular dehydration, however, is the joint loss of water and sodium, decreasing extracellular compartment volume. Angiotensin II (ANG II), acting centrally, activates autonomic and behavioral control mechanisms due to the activation of AT1 receptors after dehydration. The aim of the present study was to evaluate the effects of ANG II and carbacol (cholinergic agonist) central injection on the behavior of water and sodium intake in rats submitted to treadmill sessions. Wistar rats (250-280g) were separated into two groups: Sedentary and Trained. 8 weeks of treadmill training were carried out. At the end, under anesthesia, a guide cannula was implanted in the lateral ventricle (VL). After 5 recovery days, central microinjection (1 µL) of saline and ANG II (50 ng) was performed on animals with free movement, water and 1.8% NaCL intakes were measured at times 15, 30, 45, 60, 90 and 120 minutes. Urine was collected after each experiment. After 2 days, the animals were subjected again to the water and sodium intake experiment, with a central micro injection of carbacol (4 nmol in 1 µL). Subsequently, the animals were euthanized, and the brains removed for histological analysis. The results showed that ANG II was able to promote water intake in both groups, Trained rats (8.2 ± 11.2 vs. Control: 0.1 ± 0.1 mL / 120 min, p <0.05) and Sedentary (6.0 ± 7.4 mL vs. Control: 0.1 ± 0.3 mL / 120 min, p <0.05); in relation to sodium: Sedentary (6.3 ± 7.3 vs Control: 0.5 ± 1.3 mL mL / 120 min, p <0.05) and Trained (6.9 ± 7.2 vs. Control 1 , 3 ± 1.5 mL / 120 min, p <0.05) without differences between Trained and Sedentary groups. Carbacol, in contrast, induced water intake in Sedentary (8.7 ± 6.1 vs. Control: 0.6 ± 0.7 mL / 120 min, p <0.05) and Trained (9.5 ± 8.3 vs. Control: 1.4 ± 2.4 mL / 120 min, p <0.05), and in relation to sodium intake, it was observed that in the Trained (3.7 ± 3.8 vs. Control: 0.8 ± 1.4 mL / 120 min, p <0.05) and Sedentary (0.3 ± 0.3 vs. Control: 0.5 ± 0.8 mL / 120 min, p> 0.05), with significant difference between groups. Thus, the results showed that the training did not alter the water behavior induced by centrally ANG II or carbacol, and also sodium intake caused by ANG II, however induced sodium intake by carbacol suggesting that the central angiotensinergic and cholinergic pathways that control dipsogenic response are not affected by physical training, but cholinergic pathway could be involved in sodium apetite.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAngiotensina IIpt_BR
dc.subjectApetite ao sódiopt_BR
dc.subjectCarbacolpt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectIngestão de águapt_BR
dc.subjectNeuroplasticidadept_BR
dc.subjectAngiotensin IIpt_BR
dc.subjectSodium apetitept_BR
dc.subjectCarbacholpt_BR
dc.subjectPhysical exercisept_BR
dc.subjectWater intakept_BR
dc.subjectNeural plasticitypt_BR
dc.titleVias angiotensinérgicas e colinérgicas centrais no controle da ingestão de água e sódio em animais submetidos a sessões de esteirapt_BR
dc.title.alternativeCentral angiotensinergic and cholinergic pathways to control water and sodium intake in animals submitted to treadmill sessionspt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.resumoO exercício físico é capaz de promover adaptações e diminuição da sensibilidade neuronal, devido a neuroplasticidade, em situações de estresse, com quadros de desidratação intracelular e extracelular dependendo da intensidade da atividade. A desidratação intracelular é a perda de água pela célula devido ao aumento da pressão osmótica no compartimento extracelular e parece ter envolvimento de vias colinérgicas centrais. Já a desidratação extracelular é a perda conjunta de água e sódio, diminuindo o volume do compartimento extracelular. A angiotensina II (ANG II), atuando centralmente, ativa mecanismos de controle autonômicos e comportamentais devido à ativação dos receptores AT1 após quadros de desidratação. O objetivo do presente trabalho foi avaliar os efeitos da injeção central de ANG II e carbacol (agonista colinérgico) sobre o comportamento de ingestão de água e sódio em ratos submetidos a sessões de esteira. Ratos Wistar (250-280g) foram separados em dois grupos: Sedentários e Treinados. Foram realizadas 8 semanas de treinamento em esteira rolante. Ao final, sob anestesia, foi realizado o implante da cânula guia no ventrículo lateral (VL). Após 5 dias de recuperação, realizou-se, em animais com livre movimentação, a microinjeção central (1 µL) de salina e ANG II (50 ng), e foram feitas medidas de ingestão de água e NaCL 1,8% nos tempos 15, 30, 45, 60, 90 e 120 minutos. A urina foi coletada após cada experimento. Após 2 dias, os animais foram submetidos novamente ao experimento de ingestão de água e sódio, sendo realizada a microinjeção central de carbacol (4 nmol em 1 µL). Posteriormente, os animais foram eutanasiados e os encéfalos foram retirados para análise histológica. Os resultados demostraram que a ANG II foi capaz de promover ingestão de água tanto no grupo de ratos Treinados (8,2 ± 11,2 vs. Controle:0,1 ± 0,1 mL/120 min, p<0,05) como em Sedentários (6,0 ± 7,4 mL vs. Controle: 0,1 ± 0,3 mL/120 min, p<0,05); em relação ao sódio: Sedentários (6,3 ± 7,3 vs Controle: 0,5 ± 1,3 mL mL/120 min, p<0,05) e Treinados (6,9 ± 7,2 vs. Controle 1,3 ± 1,5 mL/120 min, p<0,05) sem diferenças entre os grupos Treinado e Sedentário. Já o carbacol induziu a ingestão de água nos Sedentários (8,7 ± 6,1 vs. Controle: 0,6 ± 0,7 mL/120 min, p<0,05) e Treinados (9,5 ± 8,3 vs. Controle: 1,4 ± 2,4 mL/120 min, p<0,05), e em relação à ingestão de sódio, foi observado nos Treinados (3,7 ± 3,8 vs. Controle: 0,8 ± 1,4 mL/120 min, p<0,05) e Sedentários (0,3 ± 0,3 vs. Controle: 0,5 ± 0,8 mL/120 min, p>0,05), havendo diferença significativa entre os grupos. Assim, os resultados mostraram que o treinamento não alterou o comportamento de ingestão de água induzido por ANG II ou carbacol centralmente assim como a ingestão de sódio após ANG II, no entanto o carbacol induziu ingestão de sódio em animais treinados, sugerindo que as vias angiotensinérgicas e colinérgicas centrais que controlam a dipsia não são afetadas pelo treinamento físico, mas o apetite ao sódio pode ter um envolvimento das vias colinérgicas neste modelo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.contributor.referee1Oliveira, André Henrique Freiria de-
dc.contributor.referee1Melo, Aryanne Batista Soares de-
dc.contributor.referee1Sousa, Kássia Kristina-
dc.publisher.departmentFaculdade de Farmácia - FF (RG)pt_BR
dc.publisher.courseFarmácia (RG)pt_BR
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