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dc.creatorPaniago, Maria de Lourdes Faria dos Santos-
dc.creatorFernandes, Eliane Marquez da Fonseca-
dc.date.accessioned2021-05-13T13:05:27Z-
dc.date.available2021-05-13T13:05:27Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationPANIAGO, Maria de Lourdes Faria dos Santos; FERNANDES, Eliane Marquez da Fonseca. O corpo educado: a escola como dispositivo disciplinador na sociedade de controle. REDISCO: revista eletrônica de estudos do discurso e do corpo, Vitória da Conquista, v. 2, n. 2, p. 68-77, 2013.pt_BR
dc.identifier.issn2316-1213-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/19479-
dc.description.abstractThe construction of this paper aims at discussing how the school develops strategies to discipline the student’s body. In order to develop our research, we focused on the genealogical assumptions of Foucault’s studies. In Discipline and Punish, we have searched foundations so that we could observe how his conceptions of disciplinary power open up possibilities of analysis of the individuals’ taming actions. Two of the "resources for proper taming" presented by Foucault are particularly useful for understanding the visibility that the bodies are exposed to: the examination and panoptism. We have also resorted to Deleuze in order to reflect on the possibility that discipline has fallen into crisis since the 1950s as well as see how the disciplinary societies combine together positions of control of the human being as species. We have observed how educational institutions keep on disciplining, not only the students’ bodies, but also individuals’brains in such a way that they internalize integration and exclusionary behaviors which are proper to a controlling society. Our research, in public educational institutions from the contryside of Goiás, was able to capture indicative aspects of a biopolitical context that imposes itself. The surveillance device enables a controlling action concerning the act of wearing earrings, long hair or caps for boys. It is also forbidden to wear short clothes and excessive props for the girls. Even the physiological needs undergo norms so that these young people come into acceptable standards. However, the actions of discipline are not accepted peacefully, because the resistance always allows the appearance of continuous ruptures.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectSchoolpt_BR
dc.subjectBodypt_BR
dc.subjectDisciplinary devicept_BR
dc.subjectEscolapt_BR
dc.subjectCorpopt_BR
dc.subjectDispositivo de disciplinamentopt_BR
dc.titleO corpo educado: a escola como dispositivo disciplinador na sociedade de controlept_BR
dc.title.alternativeThe educated body: The school as a disciplinatory device in a controlling societypt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoA construção deste trabalho tem o objetivo debater como a escola desenvolve estratégias para disciplinar o corpo do aluno. Para desenvolver a nossa investigação, embasamo-nos nos pressupostos genealógicos dos estudos foucaultianos. Em Vigiar e Punir, buscamos fundamentos para observar como suas concepções de poder disciplinar abrem possibilidade de análise das ações adestradoras dos indivíduos. Dois dos “recursos para o bom adestramento” apresentados por Foucault são particularmente úteis para a compreensão da visibilidade a que são expostos os corpos: o exame e o panoptismo. Recorremos também a Deleuze, para refletir sobre a possibilidade de as disciplinas terem entrado em crise a partir da década de 1950 e verificar como as sociedades disciplinares agregam-se a posturas de controle do ser humano enquanto espécie. Observamos como as instituições escolares continuam disciplinando, não apenas os corpos dos alunos, mas também os cérebros dos indivíduos de tal modo que passam a interiorizar comportamentos de integração e exclusão próprios da sociedade de controle. Nossa investigação, em instituições escolares públicas localizadas no interior de Goiás, conseguiu flagrar aspectos indicadores de um contexto biopolítico que se impõe. O dispositivo de vigilância permite uma ação controladora sobre o uso de brincos, cabelos longos ou bonés pelos meninos. É também coibido o uso de roupas curtas e de adereços em excesso pelas meninas. Até mesmo as necessidades fisiológicas passam por normatizações para que os jovens se enquadrem em padrões aceitáveis. No entanto, as ações de disciplinamento não são aceitas pacificamente, pois a resistência sempre permite o aparecimento de rupturas contínuas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras - FL (RG)pt_BR
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