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dc.creatorCarvalho, Maria Meire-
dc.date.accessioned2016-02-26T13:34:26Z-
dc.date.available2016-02-26T13:34:26Z-
dc.date.issued2015-11-10-
dc.identifier.citationCARVALHO, Maria Meire. Mulheres na marcha da Coluna Prestes: histórias que não nos contaram. Opsis, Catalão, v.15, n. 2, p. 356-369, jul./dez. 2015. Disponível em: < https://www.revistas.ufg.br/index.php?journal=Opsis&page=article&op=view&path%5B%5D=34221&path%5B%5D=19708.pt_BR
dc.identifier.issne-2177-5648-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/11187-
dc.descriptionv. 15, n. 2, p. 356-369, jul./dez. 2015.pt_BR
dc.description.abstractThis article is a presentation about women’s participation in the Coluna Prestes Parade. It covered 25.000 km throughout the Brazilian backlands, between 1925 and 1927. The memories and meanings given to vivandières (canteen women) are the objects of study. This paper emphasizes the constructs mentioned in different discourses about women’s presence and activity in this parade. In a denaturalization effort, it particularly focuses on clues that enable to question the evidence presented as a natural fact about the doings and meanings of women’s experiences in armed conflicts. Talking about these women implies in producing distinct views and interpretations of the social world, free from the sexist perspective that is naturalized as a pattern and is always present in the historical production of knowledge. Therefore, this paper also reveals part of the history that books failed to tell us.pt_BR
dc.description.abstractResumen: En este artículo se presenta la participación de las mujeres en la marcha de la Columna Prestes, el movimiento que recorrió 25.000 kilómetros por las tierras del interior de Brasil, entre los años 1925 a 1927. Traigo como objeto de estudio los recuerdos y representaciones dadas a los seguidores del campamento. Para tanto, busco de poner de relieve las constructos vehiculados en diferentes discursos sobre la presencia y la acción de las mujeres en esta marcha. En un esfuerzo de desnaturalización estuve, particularmente, atenta a las evidencias que me permitieron cuestionar lo que se presentaba como un dato natural sobre la actuación y significación de las mujeres en los movimientos armados. Hablar de sobre estas mujeres implica producir otros puntos de vista/ lecturas del mundo social, desenganchadas de la perspectiva sexista naturalizada como estándar y presente en la producción del conocimiento histórico. Por lo tanto, busqué también escribir una parte de la historia que los libros no nos contaron.pt_BR
dc.description.sponsorshipPrograma de Apoio à Publicações Periódicas Científicas (PROAPUPEC) da UFGpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectColuna Prestespt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectRepresentaçõespt_BR
dc.subjectVivandeiraspt_BR
dc.subjectMemoriespt_BR
dc.subjectMeaningspt_BR
dc.subjectCanteen Womenpt_BR
dc.subjectColumna Prestespt_BR
dc.subjectRepresentacionespt_BR
dc.subjectSeguidores del campamentopt_BR
dc.titleMulheres na marcha da Coluna Prestes: histórias que não nos contarampt_BR
dc.title.alternativeWomen in the Coluna Prestes parade: histories we have not been toldpt_BR
dc.title.alternativeMujeres en la marcha de la Columna Prestes: historias que no nos contaronpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoNeste artigo apresento a participação das mulheres na marcha da Coluna Prestes, movimento que percorreu 25.000 km pelos sertões do Brasil, entre os anos de 1925 a 1927. Trago como objeto de estudo as memórias e representações dadas às vivandeiras. Para tanto, busco evidenciar os construtos veiculados em diferentes discursos sobre a presença e ação das mulheres nessa marcha. Num esforço de desnaturalização estive, particularmente, atenta aos indícios que me possibilitaram questionar o que se apresentava como dado natural sobre a atuação e significação das mulheres em movimentos armados. Falar sobre essas mulheres implica produzir outras visões/leituras do mundo social, desatreladas da perspectiva sexista naturalizada como padrão e presente na produção do conhecimento histórico. Portanto, procurei também escrever uma parte da história que os livros não nos contaram.pt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.publisher.departmentRegional Catalâopt_BR
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