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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Cunha, Moisés Ferreira da-
dc.creatorAlves, Amanda Ribeiro-
dc.date.accessioned2016-03-24T10:34:29Z-
dc.date.available2016-03-24T10:34:29Z-
dc.date.issued2016-02-24-
dc.identifier.citationALVES, Amanda Ribeiro. Análise das premissas assumidas na estimação da taxa livre de risco nos laudos de avaliação de ofertas públicas para aquisição de ações (OPAs). 2016. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Faculdade de Administração Ciências Contábeis e Ciências Econômicas, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/11219-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTaxa livre de riscopt_BR
dc.subjectCapital asset price modelpt_BR
dc.subjectCusto de capital própriopt_BR
dc.subjectAvaliação de empresaspt_BR
dc.titleAnálise das premissas assumidas na estimação da taxa livre de risco nos laudos de avaliação de ofertas públicas para aquisição de ações (OPAs)pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.resumoDentro das opções disponíveis no mercado a qualquer investidor, existe um ativo que é de emissão governamental, considerado livre de risco (risco zero) por apresentar retorno esperado igual ao realizado. É o ponto de partida na formação de retornos esperados pelos investidores nas decisões de investimento, por exemplo, na estimação do custo do capital próprio ( ) requerido pelos acionistas de uma empresa. Atualmente, o modelo mais utilizado para estimação do custo do capital próprio é o CAPM (Capital Asset Price Model), um dos parâmetros desse modelo é a taxa livre de risco. Contudo, alguns teóricos relatam a existência de escolhas erradas na estimação desta variável. Esta pesquisa teve como objetivo analisar as premissas assumidas na estimação da taxa livre de risco do custo de capital nos laudos de avaliação de ofertas públicas para aquisição de ações (OPA's) das empresas brasileiras nos anos de 2005 a 2014. A pesquisa traz uma análise qualitativa e quantitativa dos laudos de avaliação. Para atingir o objetivo a pesquisa levantou três hipóteses de erros nas escolhas das premissas, por parte dos teóricos e comparou com as assumidas pelos profissionais de valuation. As hipóteses foram referentes as premissas: (i) ao momento de obtenção, (ii) duração (duration) e a (iii) inflação utilizada. Os resultados mostraram que a maioria dos avaliadores não estão estimando a premissa taxa livre de risco de acordo com o proposto pelos teóricos, quanto ao momento de obtenção e a duração (duration). No que tange a inflação utilizada na estimação da taxa, encontrou-se uma adequação entre a prática dos avaliadores e a teoria.pt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.contributor.referee1Cunha, Moisés Ferreira da-
dc.contributor.referee1Zanolla, Ercílio-
dc.contributor.referee1Rech, Ilírio José-
dc.publisher.departmentFaculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas - FACE (RG)pt_BR
dc.publisher.courseCiências Contábeis (RG)pt_BR
Aparece nas coleções:FACE - Trabalhos de Conclusão de Curso

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