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dc.creatorKlotz, Hans Christian-
dc.date.accessioned2013-07-19T21:26:53Z-
dc.date.available2013-07-19T21:26:53Z-
dc.date.issued2009-12-
dc.identifier.citationKLOTZ, H. C. A intencionalidade da percepção e do agir no jovem Hegel . Philósophos, Goiânia, v. 14, n. 2, 2009. Disponível em : <http://www.revistas.ufg.br/index.php/philosophos/article/view/10157#.UeReDW1Zlpo>pt_BR
dc.identifier.issne- 1982-2928-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/1136-
dc.descriptionv. 14, n. 2, p.13-31, jul./dez. 2009.pt_BR
dc.description.abstractNos primeiros escritos da sua fase ienense, Hegel defende a con-cepção de uma identidade originária na qual a subjetividade seria “suspendi-da”. O presente trabalho visa explicitar essa concepção como uma contribuição para a teoria da intencionalidade que coloca em foco a unidade entre elementos conceituais e sensíveis (ou emocional-motivacionais) como condição da intencionalidade da percepção e do agir. Num primeiro passo, argumenta-se que nos seus escritos críticos Hegel entende por “filosofia da subjetividade” posições que envolvam uma concepção separadora acerca da relação entre pensamento e sensibilidade na percepção e no agir, estando li-gada à noção do sujeito como controlador distanciado da sensibilidade. Por-tanto, a crítica hegeliana à filosofia da subjetividade dirige-se contra tal concepção da intencionalidade e do sujeito desta. Num segundo passo, a-borda-se a alternativa hegeliana a essa imagem - a concepção da unidade in-dissolúvel do pensamento e da sensibilidade como fundamento da percepção e do agir. Por fim, a imagem da autoconsciência adotada na Fenomenologia do Espírito é analisada como implicação dessa concepção da intencionalidade. _______________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT _______________________________________________________________________________________________________________________ In the first writings of his Jena period, Hegel defends the conception of an original identity through which subjectivity is "suspended". The present article aims to expound this conception as a contribution to the theory of intentionality which focusses on the unity of conceptual and sensuous (or motivational) elements as a condition of the intentionality of perception and action. In a first step, it is argued that in his early writings, by "philosophy of subjectivity" Hegel understands positions which separate the conceptual and the sensuous elements of perception and action, conceiving at the same time the subject as a distanced controller of sensibility. Thus, the hegelian critique of the philosophy of subjectivity is directed against such a conception of intentionality and its subject. In a second step, the hegelian alternative to this picture is exposed - the conception of an indissoluble unity of thinking and sensibility as being fundamental to perception and action. Finally, the picture of self-consciousness which arises in the Phenomenology of Spirit is analyzed as an implication of the conception of intentionality adopted in the earlier writings.pt_BR
dc.description.sponsorshipPrograma de Apoio às Publicações Periódicas Científicas (PROAPUPEC) da UFGpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherAraceli Vellosopt_BR
dc.subjectHegelpt_BR
dc.subjectIntencionalidadept_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.titleA intencionalidade da percepção e do agir no jovem Hegelpt_BR
dc.title.alternativeThe intentionality of perception and of action in the young Hegelpt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia - FAFIL (RG)pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia - FAFIL (RG)pt_BR
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