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Campo DCValorIdioma
dc.creatorEvangelista, Alfredo-
dc.creatorKomma, Margarida Dobler-
dc.creatorSantos, Maria Alves Queiroz dos-
dc.date.accessioned2017-02-20T14:24:16Z-
dc.date.available2017-02-20T14:24:16Z-
dc.date.issued1972-03-
dc.identifier.citationEVANGELISTA, Alfredo; KOMMA, Margarida Dobler; SANTOS, Maria Alves Queiroz dos. Prevalência de parasitos intestinais em Goiânia. Revista de Patologia Tropical, Goiânia, v. 1, n. 1, p. 51- 61, jan./mar. 1972. Disponível em: < https://www.revistas.ufg.br/iptsp/article/view/23351/13744>.pt_BR
dc.identifier.issn1980-8178-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/11397-
dc.description.abstractThe stools from 2702 inhabitants of Goiânia were examincd and the results were analyzed and expressed in 6 tables. 84,9% were natural from Goiás; 14,99% carne from other states and 0,11% were foreigners. Intestinal helminths were observed in 68,1% of cases; the highest incidence was ancylostomidae with 28,3%; Schistosoma mansoni was found in 1,8% — no autochthonous case was observed. The foreigners did not harbor any exotic parasites. The most frequent intestinal protozoa were Entamoeba coli, in 22,5% of cases; Giardia lamblia — 12,7%; Entamoeba histolytica — in only 0,70% . Simple parasitism (only a single type of parasyte) occurred most frequently — 33,49% of cases. Of the 420 patients infected by hookworm, 11,8% also harbored Stronglyloides stercoralis.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherRuy de Souza Lino Júniorpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titlePrevalência de parasitos intestinais em Goiâniapt_BR
dc.title.alternativeIncidence of intestinal helminths in man in Goiâniapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoOs autores analisaram os resultados dos exames coproscópicos de 2.702 habitantes de Goiânia, sendo naturais do Estado de Goiás 84,9%; 14,99% de outros Estados; e 0,11%, estrangeiros. Os resultados são examinados sob diversos aspectos e expressos em 6 tabelas. A incidência de helmintos intestinais foi observada em 68,1% dos examinados; sendo mais frequentes os ancilostomídeos, 28,3%. Schisíosoma mansoni, 1,8%, (nenhum caso autóctone). Os estrangeiros não apresentaram parasites exóticos. Os protozoários intestinais mais frequentes foram: — Entamoeba coli, com 22,5%; Giardia lamblia, 12,7% e Entamoeba histolytica, apenas 0,70%. O parasitismo simples (só uma espécie de parasito), foi o mais frequente, 33,49%. Em 420 casos de parasitismo por ancilostomídeos, verificou-se como helminto concomitante, mais frequente, Strongyloides stercoralis com 11,8%.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG)pt_BR
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