Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/11660
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorDiniz Filho, José Alexandre Felizola-
dc.creatorVieira, Cleiber Marques-
dc.date.accessioned2017-03-28T12:22:24Z-
dc.date.available2017-03-28T12:22:24Z-
dc.date.issued1998-11-
dc.identifier.citationFILHO, J. A. F.; VIEIRA, C. M. Padrões e processos na evolução do tamanho do corpo em carnívoros (mammalia) da América do Sul. Revista Brasileira de Biologia, São Carlos, v. 58, n. 4, p. 649-657, nov. 1998.pt_BR
dc.identifier.issn0034-7108-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/11660-
dc.description.abstractIn the last few years, many models have been proposed to link microevolutionary processes to macroevolutionary patterns, defined by comparative data analysis. Among these, Brownian motion and Ornstein-Uhlenbeck (O-U) processes have been used to model, respectively, genetic drift and stabilizing selection. Since these models produce different curves of pairwise variance between species against time since divergence, different profiles in phylogenetic correlograms must appear. In this paper, we analyzed variation in body weight among 17 species of South American carnivores by means of phylogenetic correlograms, constructed using Moran’s I coefficients in four distance classes. Phylogeny among species was based on molecular data. The observed correlogram was then compared with 400 simulated correlograms of Brownian motion and O-U over the same phylogeny. The observed correlogram indicates a phylogenetic gradient up to 8 mya, when coefficients tend to stabilize, and autoregressive model indicates that around 74% of the interspecific variance in body size can be explained by phylogenetic inertia. This is expected by considering that body size is usually correlated with many ecological and lifehistory traits, being subjected to many constraints that can be modeled by O-U process expressing stabilizing selection.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Internacional de Ecologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCarnivorespt_BR
dc.subjectBody sizept_BR
dc.subjectPhylogenypt_BR
dc.subjectAutocorrelationpt_BR
dc.subjectCorrelogramspt_BR
dc.subjectTabilizing selectionpt_BR
dc.subjectCarnívorospt_BR
dc.subjectTamanho do corpopt_BR
dc.subjectFilogeniapt_BR
dc.subjectAutocorrelaçãopt_BR
dc.subjectCorrelogramaspt_BR
dc.subjectSeleção estabilizadorapt_BR
dc.titlePadrões e processos na evolução do tamanho do corpo em carnívoros (mammalia) da América do Sulpt_BR
dc.title.alternativePatterns and processes in body size evolution of south american carnivorespt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoNos últimos anos, muitos modelos têm sido propostos a fim de ligar os processos microevolutivos aos padrões macroevolutivos. Dentre estes, o movimento Browniano e o processo Ornstein-Uhlenbeck (OU) têm sido utilizados, respectivamente, para modelar a evolução de um caráter quantitativo sob efeito de deriva genética e seleção estabilizadora. Uma vez que esses processos produzem curvas diferentes de relação entre variância interespecífica e tempo de divergência, eles podem ser distinguidos através de correlogramas filogenéticos. Neste trabalho, padrões no tamanho do corpo de 17 espécies de Carnívora sul-americanos foram analisados através de correlogramas filogenéticos, construídos com índices I de Moran em quatro classes de distância no tempo. O correlograma observado foi comparado a 400 correlogramas obtidos através de simulações dos dois processos (movimento Browniano e O-U) sobre a filogenia das espécies analisadas (obtida através de dados moleculares). O correlograma indica que existe autocorrelação filogenética até cerca de 8 milhões de anos, tempo a partir do qual as espécies passam a ser independentes para essa variável. Um modelo autoregressivo indica que cerca de 74% da variação nesse caráter pode ser atribuída à estrutura filogenética nos dados. O padrão observado é compatível com um processo de seleção estabilizadora, o que é esperado considerando a correlação do tamanho do corpo com diversos caracteres ecológicos e de história de vida, que impõem restrições à sua evolução.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0034-71081998000400012-
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicas - ICB (RG)pt_BR
Aparece nas coleções:ICB - Artigos publicados em periódicos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Artigo - José Alexandre Felizola Diniz Filho - 1998.pdf73,33 kBAdobe PDFThumbnail
Baixar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons