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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Mota, João Felipe-
dc.creatorFogaça, Lorruama Jonas-
dc.creatorSantos, Sílvia Loiola-
dc.date.accessioned2017-09-11T13:28:12Z-
dc.date.available2017-09-11T13:28:12Z-
dc.date.issued2017-07-10-
dc.identifier.citationFOGAÇA, Lorruama Jonas; SANTOS, Silvia Loiola. Suplementação com cafeína não altera desempenho, potência e dor muscular após uma sessão de crossfit. 2017, 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Faculdade de Nutrição, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/12330-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSuplementaçãopt_BR
dc.subjectCafeínapt_BR
dc.subjectDesempenhopt_BR
dc.subjectPotênciapt_BR
dc.subjectInflamaçãopt_BR
dc.subjectDano muscularpt_BR
dc.titleSuplementação com cafeína não altera desempenho, potência e dor muscular após uma sessão de crossfitpt_BR
dc.title.alternativeCaffeine supplementation does not alter performance, power and muscular pain after a crossfit sessionpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Avaliar os efeitos ergogênicos da suplementação aguda de cafeína anidra após uma sessão de treino em atletas de crossfit. Metodologia: Foi realizado um ensaio clínico randomizado, crossover, duplo cego, placebo controlado. Foram recrutados 24 homens treinados conforme os critérios de inclusão: indivíduos que praticassem crossfit há pelo menos um ano, sexo masculino e idade entre 18 e 40 anos. Os voluntários foram submetidos a cinco avaliações em um período de 15 dias. A suplementação de cafeína anidra (6mg/kg) e placebo (6 mg/kg de celulose microcristalina) foi feita 60 minutos antes do início da sessão de exercícios por via oral. As variáveis bioquímicas foram: creatina quinase, proteína C-reativa, glicemia, lactato, força e desempenho, potência muscular e percepção subjetiva de dor e esforço. As análises estatísticas foram realizadas no Software R versão 3.4.0. Resultados: A média de idade dos participantes foi de 28,3 ± 4,9 anos e de prática de crossfit de 2,2 ± 1,0 anos. Os participantes relataram aumento da percepção subjetiva de esforço após a sessão de exercícios, porém sem diferença significativa entre os tratamentos. Em ambos os tratamentos as concentrações de lactato aumentaram 336,35 + 130,1% logo após a sessão de exercícios (p<0.01) e as concentrações de creatina quinase aumentaram 3 + 30,6% após a sessão de exercícios e 117 + 242,9% 24 horas após a sessão de exercícios (p<0.01), mas não foram encontradas diferenças entre os tratamentos. As concentrações de glicose aumentaram significativamente após a sessão de exercícios somente no grupo placebo com diferença entre os grupos 51,8±15,8 vs. 25,9± 23,3 mg/dL (p < 0,01). As concentrações de proteína C-reativa não diferiram entre os momentos e grupos (p = 0.75). A suplementação de cafeína não influenciou na potência média e no pico de potência para os exercícios de supino, agachamento com salto e plataforma de força. Com relação as escalas de percepção subjetiva de dor não foram encontradas diferenças entre os grupos. Conclusão: A suplementação aguda de cafeína anidra não melhorou o desempenho de atletas de crossfit e não reduziu a perda de potência e dor muscular após uma sessão de treino.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.contributor.referee1Mota, João Felipe-
dc.contributor.referee1Pimentel, Gustavo Duarte-
dc.contributor.referee1Gentil, Paulo Roberto Viana-
dc.publisher.departmentFaculdade de Nutrição - FANUT (RG)pt_BR
dc.publisher.courseNutrição (RG)pt_BR
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