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dc.creatorMenezes, Marcos Antônio de-
dc.date.accessioned2018-02-19T18:43:18Z-
dc.date.available2018-02-19T18:43:18Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationMENEZES, Marcos Antônio de. O poeta Baudelaire e a cidade de Paris. Coletêneas do Nosso Tempo, Rondonópolis, v. 7, n. 8, p. 113-128, 2008.pt_BR
dc.identifier.issn1676-0395-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/13692-
dc.description.abstractIn Baudelaire, the urban literature shows itself with new aspects: sounds, buildings, traffic. These aspects form the literary subject and are part of the new conscious that surrounds men and women. You can say that the modernist literature was born in the city and with this poet. As a “kaleidoscope full of energy”, he went deep in the abyss of the city to revel the beauty shapes and the cruelty created by modernization. His lyric accommodated itself to the city and its inhabitants; it connects the poet to the public by the dark and filthy side of their lives. With a deliberated insult – Hypocrite letcteur, mon semblable, mon frère! [Hypocrite reader, my fellow creature, my brother!] – Baudelaire speaks to his fellows. The obscurity of the lyric in Baudelaire fascinates, but at the same time it disconcerts. The magic in his word and his sense of mystery act deeply, although the comprehension remains disoriented. Before comprehension, his poetry wakes the senses and shocks.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCidadept_BR
dc.subjectHistória romanapt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectBaudelairept_BR
dc.subjectRepresentaçãopt_BR
dc.subjectCitypt_BR
dc.subjectLiteraturept_BR
dc.subjectHistorypt_BR
dc.subjectBaudelairept_BR
dc.subjectRepresentationpt_BR
dc.titleO poeta Baudelaire e a cidade de Parispt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEm Baudelaire, a literatura urbana apresenta-se sob novos aspectos: sons, edifícios, tráfego, tudo isso é matéria literária por fazer parte da nova consciência a envolver homens e mulheres. Pode-se afirmar que a literatura modernista nasceu na cidade, e com este poeta. Tal qual um “caleidoscópio carregado de energia”, ele desceu às profundezas da cidade para revelar as formas de beleza e as monstruosidades criadas pela modernização. Sua lírica moldou-se às formas da cidade e dos seus habitantes; ela liga o poeta ao público pelo lado obscuro e sórdido de suas vidas. Com um insulto deliberado – Hypocrite letcteur, mon semblable, mon frère! [Hipócrita leitor, meu semelhante, meu irmão!] – Baudelaire fala a seus contemporâneos. A obscuridade da lírica baudelairiana fascina, mas, ao mesmo tempo, desconcerta. A magia de sua palavra e seu sentido de mistério agem profundamente, embora a compreensão perma- neça desorientada. Sua poesia, antes de ser compreendida, desperta os sentidos e choca.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de História - FH (RG)pt_BR
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