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dc.creatorSandes, Noé Freire-
dc.creatorBergerot, Vera-
dc.date.accessioned2018-02-20T18:26:02Z-
dc.date.available2018-02-20T18:26:02Z-
dc.date.issued2011-04-
dc.identifier.citationSANDES, Noé Freire; BERGEROT, Vera. Arte e história no documentário "A Revolução de 1930". Fênix, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 1-15, 2011.pt_BR
dc.identifier.issn1807-6971-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/13716-
dc.description.abstractThe artistic look over a work of art evokes a complicity relationship that precedes the whole search of logical meaning expected by the common onlooker. There is in the artist an intimate kind of a need to veil, under the aegis of undecipherable signs, his innermost and private impulses. An effort of an intended process of historical review is established in the historian by taking the realism away, image equal the truth, from the interpretation of the past. Thus, there is in this article the challenging reflection on a film, a documentary about a moment of our history: the Revolution of 30, by Sylvio Back, in which art and history join together in a multiplicity of visual signs that avoid the hegemony of only one interpretation, offering and demanding even an conceptual pacification, procedure which demands, without question, an opening to new interpretations.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectCinemapt_BR
dc.subjectArtept_BR
dc.subjectRevolução de 1930pt_BR
dc.subjectHistorypt_BR
dc.subjectArtpt_BR
dc.subjectMoviept_BR
dc.subjectRevolution of 1930pt_BR
dc.titleArte e história no documentário "A Revolução de 1930"pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoO olhar artístico sobre uma obra evoca uma relação de cumplicidade capaz de preceder toda a busca de significação lógica, esperada pelo espectador comum. Há, no artista, certa necessidade íntima de velar, sob a égide de signos indecifráveis, seus impulsos mais íntimos e privados. No historiador instaura- se o esforço de um pretendido processo de revisão histórica ao retirar o realismo, imagem igual à verdade, da interpretação do passado. Neste artigo há, portanto, a desafiadora reflexão sobre uma obra fílmica, um documentário sobre um momento de nossa história: a Revolução de 1930, de Sylvio Back, no qual arte e história se fundem numa multiplicidade de signos visuais que impedem a hegemonia de uma só interpretação, oferecendo e exigindo até um apaziguamento conceitual, procedimento que demanda, sem dúvida, uma abertura para novas interpretações.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de História - FH (RG)pt_BR
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