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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Gentil, Paulo Roberto Viana-
dc.creatorCampos, Gisele Ferreira-
dc.date.accessioned2018-04-05T13:31:53Z-
dc.date.available2018-04-05T13:31:53Z-
dc.date.issued2017-12-12-
dc.identifier.citationCAMPOS, Gisele Ferreira. Comparação de dois métodos de treinamento no treinamento resistido. 2017. 63 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Faculdade de Educação Física e Dança, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/14367-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectForça muscularpt_BR
dc.subjectTreinamento resistidopt_BR
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.titleComparação de dois métodos de treinamento no treinamento resistidopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.resumoO treinamento de força é o caminho para reduzir os declínios na força e massa musculares provocados pelo processo de envelhecimento, na medida em que produz aumento das fibras tipo II, aumento de força e potência, resultando na melhora da qualidade de vida e saúde da população idosa. Objetivos: Comparar os efeitos de dois protocolos de treinamento resistido nos ganhos de força muscular em idosos. Materiais e Métodos: Participaram do estudo 10 voluntários idosos, sendo 05 do sexo masculino e 05 do sexo feminino. A amostra foi randomicamente dividida em dois grupos: o grupo tensional com altas cargas e baixas repetições e o grupo metabólico com cargas moderadas e altas repetições. O grupo tensional realizou entre 4 a 6 repetições máximas e o grupo metabólico realizou entre 12 a 15 repetições máximas nos treinos. Os treinos foram realizados durante 6 semanas. Foi utilizado o teste de 6 RM para avaliar a força máxima. Para análise estatística foi utilizada estatística descritiva com média e desvio padrão. O teste de normalidade utilizado foi de Shapiro-Wilk. A significância estatística adotada foi P< 0,05. Resultados: Após as 6 semanas de treinamento ocorreu aumento da força máxima no grupo metabólico e no exercício de supino reto no grupo tensional, não havendo diferença significativa entre eles. Conclusão: Podemos concluir que os treinos metabólicos foram eficientes para aumentar a força máxima e não houve diferença significativa entre os protocolos tensional e metabólico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.contributor.referee1Gentil, Paulo Roberto Viana-
dc.publisher.departmentFaculdade de Educação Física e Dança - FEFD (RG)pt_BR
dc.publisher.courseEducação Física (RG)pt_BR
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