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dc.creatorVelloso, Araceli Rosich Soares-
dc.date.accessioned2018-05-09T12:49:56Z-
dc.date.available2018-05-09T12:49:56Z-
dc.date.issued2005-12-
dc.identifier.citationVELLOSO, Araceli. Quine e Davidson: estimulação distal ou proximal? Philósophos, Goiânia, v. 10, n. 2, p. 57-86, ago./dez. 2005. Disponível em: <https://www.revistas.ufg.br/philosophos/article/view/3257/3233>.pt_BR
dc.identifier.issn1414-2236-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/14850-
dc.description.abstractIn this paper I intend to investigate a central point concerning a famous disagreement between Quine and Davidson, the dispute known in the philosophical literature as “the proximal x distal matter”. Shortly, while Quine adopts a proximal view, one according to which we should find the empirical content of the observational sentences in the speaker’s neural endings, Davidson would rather takes a distal location for this content, thus presupposing the existence of objects in the world. This discussion is most relevant to the debate around the “third dogma of empiricism”, proposed by Davidson and refused by Quine, as well as to the understanding of Quine’s semantical view as a whole.pt_BR
dc.description.sponsorshipUFGpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherAdriano Naves de Britopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectQuinept_BR
dc.subjectDavidsonpt_BR
dc.subjectSentenças de observaçãopt_BR
dc.subjectObservation sentencespt_BR
dc.titleQuine e Davidson: estimulação distal ou proximal?pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoNesse artigo pretendo desenvolver um ponto bastante central de uma famosa discordância entre Quine e Davidson, uma disputa conhecida na literatura como “a questão proximal x distal”. Em poucas palavras, enquanto Quine adota uma posição proximal, segundo a qual devemos localizar o conteúdo empírico das sentenças de observação já nas terminações neuronais dos falantes, Davidson prefere uma localização distal para esse conteúdo, pressupondo assim a existência de objetos no mundo. Essa discussão é de suma relevância para a compreensão do debate em torno do “terceiro dogma do empirismo”, proposto por Davidson e recusado por Quine, bem como para a compreensão da posição semântica de Quine como um todo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.identifier.doi10.5216/phi.v10i2.3257-
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia - FAFIL (RG)pt_BR
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