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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSoares, Leonardo Ribeiro-
dc.creatorGonzaga, Carolina Maciel Reis-
dc.creatorBranquinho, Ludmilla Watanabe-
dc.creatorSousa, Ana Luiza Lima-
dc.creatorSouza, Marta Rovery-
dc.creatorFreitas Júnior, Ruffo-
dc.date.accessioned2018-09-17T10:54:43Z-
dc.date.available2018-09-17T10:54:43Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationSOARES, Leonardo Ribeiro et al. Mortalidade por câncer de mama feminino no Brasil de acordo com a cor. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, Rio de Janeiro, v. 37, n. 8, p. 388-392, 2015.pt_BR
dc.identifier.issne- 1806-9339-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/15912-
dc.description.abstractPURPOSE: To describe the mortality of female breast cancer in Brazil according to color, in the years 2000 and 2010. METHODS: A descriptive study in which demographic data were obtained from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). The breast cancer death information in Brazil was collected from the Ministry of Health through the Mortality Information System (SIM). The crude mortality rates for female breast cancer were calculated according to color and age group, up to 49 years and ≥50 years. The results obtained were distributed into five geographical regions of the country (North, Northeast, Midwest, South and Southeast). RESULTS: In Brazil, in women aged 50 or more, the highest crude mortality rates of breast cancer in 2000 were 62.6/100,000, 46.0/100,000 and 29.7/100,000 among yellow, white and black women, respectively. In women under 50 years in 2000, the crude mortality ranged from 2.0/100,000 among indigenous women to 6.8/100,000 among white women. After ten years, in women over 50 years, the crude mortality rate among yellow, white and black women was 21.5, 53.2 and 40.4 per 100,000, respectively. In the country’s regions, the highest mortality rates of breast cancer were observed in white and black women from the South and Southeast. In the Northeast, mortality rates in black and brown women doubled in 2010. CONCLUSION: Breast cancer mortality rates show ethnic and geographical variations. However, it is not possible to exclude the possibility that large variations have occurred as a result of improvement in the quality of information on mortality in the countrypt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNeoplasias da mamapt_BR
dc.subjectMortalidadept_BR
dc.subjectOrigem étnica e saúdept_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectMortalitypt_BR
dc.subjectEthnicity and healthpt_BR
dc.subjectBrazilpt_BR
dc.subjectBreast neoplasmspt_BR
dc.titleMortalidade por câncer de mama feminino no Brasil de acordo com a corpt_BR
dc.title.alternativeFemale breast cancer mortality in Brazil according to colorpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoOBJETIVO: Descrever a mortalidade por câncer de mama feminino no Brasil segundo a cor, nos anos de 2000 e 2010. MÉTODOS: Estudo descritivo, no qual os dados populacionais foram obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações de óbitos por câncer de mama foram coletadas do Ministério da Saúde, através do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Foram calculadas as taxas de mortalidade bruta por câncer de mama feminino de acordo com a cor e o grupo etário, até 49 anos ou ≥ 50 anos. Os resultados foram também avaliados pelas cinco macrorregiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste). RESULTADOS: No Brasil, em mulheres com 50 anos ou mais, as maiores taxas brutas de mortalidade por câncer de mama em 2000 foram de 62,6/100.000, 46,0/100.000 e 29,7/100.000, entre amarelas, brancas e pretas, respectivamente. Nas mulheres com menos de 50 anos, em 2000, a mortalidade bruta variou de 2,0/100.000 entre as indígenas a 6,8/100.000 entre as mulheres brancas. Após dez anos, em mulheres com idade superior a 50 anos, a taxa bruta de mortalidade entre amarelas, brancas e pretas foi de 21,5, 53,2 e 40,4 por 100.000, respectivamente. Nas macrorregiões do país, as maiores taxas de mortalidade por câncer de mama foram observadas nas mulheres brancas e pretas das regiões Sul e Sudeste. No Nordeste, as taxas de mortalidade em mulheres pretas e pardas dobraram em 2010. CONCLUSÃO: As taxas de mortalidade por câncer de mama apresentam variações étnicas e geográficas. Entretanto, não se pode excluir a possibilidade de que grandes variações tenham ocorrido em decorrência de melhoria na qualidade da informação sobre a mortalidade no país.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/SO100-720320150005319-
dc.publisher.departmentFaculdade de Enfermagem - FEN (RG)pt_BR
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