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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Layz Alves Ferreira-
dc.creatorSilva, Camila Damázio da-
dc.creatorFerraz, Gisely Carvalho-
dc.creatorSousa, Fátima Aparecida Emm Faleiros-
dc.creatorPereira, Lílian Varanda-
dc.date.accessioned2019-02-04T11:21:37Z-
dc.date.available2019-02-04T11:21:37Z-
dc.date.issued2011-04-
dc.identifier.citationSOUZA, Layz Alves Ferreira et al. The prevalence and characterization of self-medication for obtaining pain relief among undergraduate nursing students. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 19, n. 2, p. 245-251, Mar./Apr. 2011.pt_BR
dc.identifier.issne- 1518-8345-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/16936-
dc.description.abstractThis study investigates the prevalence of self-medication among undergraduate nursing students seeking to relieve pain and characterizes the pain and relief obtained through the used medication. This epidemiological and cross-sectional study was carried out with 211 nursing students from a public university in Goiás, GO, Brazil. A numerical scale (0-10) measured pain intensity and relief. The prevalence of self-medication was 38.8%. The source and main determining factor of this practice were the student him/herself (54.1%) and lack of time to go to a doctor (50%), respectively. The most frequently used analgesic was dipyrone (59.8%) and pain relief was classified as good (Md=8.5;Max=10;Min=0). The prevalence of self-medication was higher than that observed in similar studies. Many students reported that relief obtained through self-medication was good, a fact that can delay the clarification of a diagnosis and its appropriate treatment.pt_BR
dc.description.abstractLos objetivos de este estudio fueron estimar la prevalencia de automedicación entre estudiantes universitarios de enfermería con dolor y caracterizar la experiencia dolorosa y el alivio obtenido por medio de los fármacos utilizados. Se trata de un estudio epidemiológico seccional, del cual participaron 211 estudiantes de una universidad pública de Goiás, en Brasil. El dolor y el alivio fueron medidos por medio de una Escala Numérica (0-10). La prevalencia de automedicación fue de 38,8%. La fuente generadora y los factores determinantes prevalentes de esta práctica fueron el propio estudiante (54,1%) y la falta de tiempo para ir al médico (50%), respectivamente. La dipirona fue el analgésico más utilizado (59,8%) y el alivio del dolor clasificado como bueno (Md=8,5;Máx=10;Mín=0). La prevalencia de la automedicación fue mayor que aquella observada en estudios semejantes y para muchos estudiantes el alivio fue bueno, hecho que puede retardar la elucidación del diagnóstico y del tratamiento adecuado del dolor.pt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDorpt_BR
dc.subjectAutomedicaçãopt_BR
dc.subjectEstudantes de enfermagempt_BR
dc.subjectPainpt_BR
dc.subjectSelf medicationpt_BR
dc.subjectStudentspt_BR
dc.subjectNursingpt_BR
dc.subjectDolorpt_BR
dc.subjectAutomedicaciónpt_BR
dc.subjectEstudiantes de enfermeríapt_BR
dc.titleThe prevalence and characterization of self-medication for obtaining pain relief among undergraduate nursing studentspt_BR
dc.title.alternativePrevalência e caracterização da prática de automedicação para alívio da dor entre estudantes universitários de enfermagempt_BR
dc.title.alternativePrevalencia y caracterización de la práctica de automedicación para alivio del dolor entre estudiantes universitarios de enfermeríapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoOs objetivos deste estudo foram: estimar a prevalência de automedicação entre estudantes universitários de enfermagem com dor e caracterizar a experiência dolorosa e o alívio obtido, por meio dos fármacos utilizados. É estudo epidemiológico seccional, do qual participaram 211 estudantes de uma universidade pública de Goiás, Brasil. A dor e o alívio foram medidos por meio de escala numérica (0-10). A prevalência de automedicação foi de 38,8%. A fonte geradora e o fator determinante prevalentes dessa prática foram o próprio estudante (54,1%) e a falta de tempo para ir ao médico (50%), respectivamente. A dipirona foi o analgésico mais utilizado (59,8%) e o alívio da dor classificado como bom (Md=8,5; máx=10; mín=0). A prevalência da automedicação foi maior do que aquela observada em estudos semelhantes e, para muitos estudantes, o alívio foi bom, fato que pode retardar a elucidação do diagnóstico e o tratamento adequado da dor.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0104-11692011000200004-
dc.publisher.departmentFaculdade de Enfermagem - FEN (RG)pt_BR
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