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dc.creatorMonego, Estelamaris Tronco-
dc.creatorJardim, Paulo Cesar Brandao Veiga-
dc.date.accessioned2019-09-25T11:32:50Z-
dc.date.available2019-09-25T11:32:50Z-
dc.date.issued2006-07-
dc.identifier.citationMONEGO, Estelamaris T.; JARDIM, Paulo César Brandão Veiga. Determinantes de risco para doenças cardiovasculares em escolares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 87, n. 1, p. 37-45, 2006.pt_BR
dc.identifier.issn0066-782X-
dc.identifier.issne- 1678-4170-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18175-
dc.description.abstracto investigate the occurrence and association of arterial hypertension with several lifestyle variables. Transversal population-based study with a random sample of students (7 to 14 years of age) of public and private schools. Variables investigated were nutritional status, blood pressure, and lifestyle (tobacco use, alcohol intake, physical activity and eating habits). Out of the 3,169 schoolchildren assessed, 5.0% had arterial hypertension and 6.2% had normal-high blood pressure. Classifi cation by gender shows boys 6.4% and girls 6.0% with normal-high blood pressure, and boys 4.3% and girls 5.7% with arterial hypertension. Body mass index (BMI) measurements identifi ed 16.0% excess weight students, 4.9% of whom were obese. A signifi cant association (p = 0.01) between arterial hypertension and excess weight was observed. Among the students participating in the study, 11.6% did not attend physical education classes and 37.8% had sedentary leisure habits. Twenty students (0.6%) were smokers and 32.7% had already experimented with alcohol. None of these variables showed statistical signifi cance as to blood pressure values and nutritional status. In light of the fi ndings in this study which show schoolchildren with a higher than expected frequency of mean blood pressure and BMI values, associated with a lifestyle that tends to favour the development of cardiovascular diseases, we felt led to propose interventional measures focused on the school as an agent of change and capable of conveying information to family units. This possibility encourages us to propose that schools be partners in promoting health.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPrevenção e controlept_BR
dc.subjectSaúde escolarpt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectAntropometriapt_BR
dc.subjectPressão arterialpt_BR
dc.subjectPrevention and controlpt_BR
dc.subjectEpidemiologypt_BR
dc.subjectStudent healthpt_BR
dc.subjectAnthropometrypt_BR
dc.subjectArterial blood pressurept_BR
dc.titleDeterminantes de risco para doenças cardiovasculares em escolarespt_BR
dc.title.alternativeDeterminants of risk of cardiovascular diseases in schoolchildrenpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoConhecer a ocorrência e associação de hipertensão arterial com algumas variáveis relacionadas ao estilo de vida. Estudo transversal, base populacional, amostra aleatória em indivíduos (7 a 14 anos) de escolas (rede pública e particular). Investigados o estado nutricional, pressão arterial e hábitos de vida (tabaco, álcool, atividade física e hábito alimentar). Dos 3.169 escolares avaliados, destacaram-se 5,0% de hipertensão arterial e 6,2% de pressão normal-alta. A categorização por sexo mostra 6,4% meninos e 6,0% meninas com pressão normal-alta e 4,3% meninos e 5,7% meninas com hipertensão arterial. O índice de massa corporal (IMC) identifi cou 16,0% com excesso de peso, dos quais 4,9% já obesos. Houve associação signifi cante (p = 0,01) entre hipertensão arterial e excesso de peso. Dentre os investigados, 11,6% não faziam aulas de educação física e 37,8% eram sedentários no lazer. O tabagismo foi informado por vinte 0,6% escolares, e a experimentação de bebida alcoólica por 32,7%. Nenhuma dessas variáveis apresentou signifi cância estatística em relação aos valores pressóricos e estado nutricional. Diante do encontro de escolares com valores médios de pressão arterial e IMC com freqüência acima da esperada, associado a hábitos de vida que tendem a favorecer o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, sugere- se a proposição de medidas de intervenção cujo foco seja o escolar, como elemento capaz de disseminar as informações no núcleo familiar. Essa possibilidade nos mobiliza para uma proposta de atuação nas escolas como parceiras na promoção da saúde.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.1590/S0066-782X2006001400006 -
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RG)pt_BR
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