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dc.creatorSoares, Denise Rodrigues-
dc.creatorSilva, Suzete Aparecida Gomes-
dc.creatorDias, Luciene de Oliveira-
dc.date.accessioned2022-08-02T14:56:02Z-
dc.date.available2022-08-02T14:56:02Z-
dc.date.issued2020-06-
dc.identifier.citationSOARES, Denise Rodrigues; SILVA, Suzete Aparecida Gomes Silva; DIAS, Luciene de Oliveira. Decolonização da vivência religiosa como estratégia comunicacional. Extraprensa, São Paulo, v. 13, n. 2, p. 74-90, jan./jun. 2020.pt_BR
dc.identifier.issne- 2236-3467-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/21078-
dc.description.abstractWhen popular groups experience their religions, they follow paths that run through control, silence, and even erasure. These processes are conducted by institutions that have built, throughout history, a space of Western power. Thus, they reproduce and maintain a logic of white and Christian hegemony. We discuss the experiences and religiosity of people who live in the countryside and of black people who find in religion the possibility of living their body and their ancestry, understanding that this implies rethinking their own communication processes. The mediation occurring in the context of what we call popular culture involve very specific codes and configures itself as true communication strategies. Thus, we conclude that perceiving communication as a living object makes us resume pertinent discussions for the compression of the contemporary social context.pt_BR
dc.description.abstractA medida que los grupos populares experimentan sus religiones, siguen caminos que pasan por el control, el silencio e incluso el olvido conducidos por instituciones que han construido, a lo largo de la historia, un espacio de poder occidental y, así, intentan reproducir y mantener una lógica de hegemonía blanca y cristiana. Proponemos discutir las experiencias y religiosidades de las personas que elaboran sus existencias en el interior del país y de las personas negras que encuentran en la religión la posibilidad de vivir su cuerpo y su ascendencia, entendiendo que esto implica repensar sus propios procesos de comunicación. Las mediaciones tejidas en el contexto de lo que llamamos “cultura popular” involucran códigos muy específicos y se configuran como verdaderas estrategias comunicativas. Llegamos a la conclusión de que percibir la comunicación como un objeto vivo nos hace reanudar discusiones costosas para la compresión del contexto social contemporáneo.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectCatolicismopt_BR
dc.subjectCandomblépt_BR
dc.subjectCultura popularpt_BR
dc.subjectCommunicationpt_BR
dc.subjectReligionpt_BR
dc.subjectCatholicismpt_BR
dc.subjectCandomblépt_BR
dc.subjectPopular culturept_BR
dc.subjectComunicaciónpt_BR
dc.subjectReligiónpt_BR
dc.subjectCatolicismopt_BR
dc.subjectCandomblépt_BR
dc.subjectCultura popularpt_BR
dc.titleDecolonização da vivência religiosa como estratégia comunicacionalpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoNa medida em que grupos populares vivenciam suas religiões, trilham caminhos que perpassam pelo controle, silenciamento e, inclusive, apagamento conduzido por instituições que construíram, ao longo da História, um espaço de poder no Ocidente e, assim, tentam reproduzir e manter uma lógica de hegemonia branca e cristã. Propomos aqui discutir vivências e religiosidades de pessoas que elaboram suas existências no interior do país e de pessoas negras que encontram na religião a possibilidade de viver seu corpo e sua ancestralidade, entendendo que tudo isso implica em repensar os próprios processos comunicacionais. As mediações tecidas no âmbito do que chamamos de cultura popular envolvem códigos muito específicos e configuram-se como verdadeiras estratégias comunicacionais. Chegamos, assim, à conclusão que perceber a comunicação como objeto vivo nos faz retomar discussões caras para a compressão do contexto social contemporâneo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/extraprensa2020.163231-
dc.publisher.departmentFaculdade de Informação e Comunicação - FIC (RG)pt_BR
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