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dc.creatorDias, Luciene de Oliveira-
dc.date.accessioned2022-08-04T13:00:08Z-
dc.date.available2022-08-04T13:00:08Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationDIAS, Luciene de Oliveira. Grupo de pesquisa Pindoba: resiliência e o lugar acadêmico. Revista Nós? Cultura, estética & linguagens, Anápolis, v. 4, n. 2, p. 16-33, 2019.pt_BR
dc.identifier.issne- 2448-1793-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/21089-
dc.description.abstractFrom the quotas in the University, we see a circulation of difference that causes us to reformulate epistemologies and create paths contrary to what has been called epistemic death. This epistemic death marks historically the academic production and the elaboration of knowledge. Therefore, we seek to stagnate this death and construct a new academic space capable of reading the transversal interpellation proposed by the category "race" and other social markers of difference. Thus, we propose to look at the work of the Pindoba - Narratives of Difference Research Group, considering this as a catalyst for afro - diasporic narratives and potential proponents of new ways of doing. We bring the experience of the Group and a bibliographic review to propose participatory learning methodologies. Transgressive methodologies because they enable plurality and, consequently, respect for differences. We start from the complete absence of blackness in the undergraduate degree in Journalism at the Universidade Federal de Goiás and we come to the institutionalized creation of a working group on affirmative actions. We act to build visibility, affirmation and life for black people who access this space, not without experiencing the conflict. Our assumption is that affirmative policies will only be able to contemplate the difference if they count on follow-up and permanence actions. We also believe that the strengthening of counter-hegemonic narratives and the legitimation of the places of speech are effective strategies to ensure the irreversibility of the black people presence in universities.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectNegritudept_BR
dc.subjectEspaço acadêmicopt_BR
dc.subjectAções afirmativaspt_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectBlacknesspt_BR
dc.subjectResiliencept_BR
dc.subjectAcademic placept_BR
dc.subjectAffirmative actionspt_BR
dc.subjectCommunicationpt_BR
dc.titleGrupo de pesquisa Pindoba: resiliência e o lugar acadêmicopt_BR
dc.title.alternativePindoba research group, resilience and the academic placept_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoDesde a adoção de cotas na Universidade, verificamos uma circulação da diferença que nos provoca a reformular epistemologias e criar caminhos contrários ao que vem sendo chamado de epistemicídio. Conscientes de que é o epistemicídio que vem marcando historicamente a produção acadêmica e a elaboração do conhecimento, o que buscamos aqui, para além da estagnação deste processo, é a construção de um novo espaço acadêmico capaz de ler a interpelação transversal proposta pela categoria “raça” e outros marcadores sociais da diferença. Dessa forma, propomos um debruçar sobre o trabalho do Pindoba – Grupo de Pesquisa em Narrativas da Diferença, considerando este como um catalizador de narrativas afrodiaspóricas e potencial propositor de novas formas do fazer. Trazemos a experiência do Grupo e uma revisita bibliográfica para propor metodologias participativas de aprendizagem, sendo estas transgressoras no sentido de possibilitar a pluralidade e, consequentemente, o respeito às diferenças. Da completa inexistência da negritude na graduação em Jornalismo na Universidade Federal de Goiás, chegamos à criação institucionalizada de um grupo de trabalho em ações afirmativas, com atuação concreta para alcançar visibilidade, afirmação e vida a pessoas negras que acessam este espaço, não sem vivenciar o conflito. Nosso pressuposto é o de que as políticas afirmativas somente conseguirão contemplar a diferença se contarem com acompanhamento e ações de permanência. Acreditamos ainda que o fortalecimento das narrativas contra-hegemônicas e a legitimação dos lugares de fala são estratégias eficazes no sentido de garantir a irreversibilidade da presença negra nas universidades.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.32411/revistanos-2448-1793-v4n2-8348-
dc.publisher.departmentFaculdade de Informação e Comunicação - FIC (RG)pt_BR
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