Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/4407
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Lima, Angelita Pereira de-
dc.creatorFerreira, Pedro Rafael Vilela-
dc.date.accessioned2014-11-13T17:27:04Z-
dc.date.available2014-11-13T17:27:04Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationFERREIRA, Pedro Rafael Vilela. Reforma agrária do ar: a comunicação popular do MST um estudo sobre a rádio terra livre fim. 2008. 95 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Faculdade de Informação e Comunicação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/4407-
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectComunicação popularpt_BR
dc.subjectMSTpt_BR
dc.subjectCidadaniapt_BR
dc.subjectMobilizaçãopt_BR
dc.subjectParticipaçãopt_BR
dc.titleReforma agrária do ar: a comunicação popular do MST um estudo sobre a rádio Terra Livre fimpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo compreender e refletir teoricamente as estratégias de comunicação adotadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a partir do estudo de caso de uma experiência de rádio livre no assentamento 25 de Maio – SC, identificando elementos que possam caracterizar a iniciativa como um processo de comunicação popular. A pesquisa apresenta fundamentos básicos deste tipo de comunicação e como, ao longo da história, grupos e movimentos sociais se organizaram na luta pela democratização dos meios. Em uma análise bibliográfica, foram traçadas algumas diferenças entre o modelo de comunicação empresarial, fundado em duas modalidades básicas – a informação e o entretenimento – e o modelo que se quer popular, que tem na participação coletiva e na conquista da cidadania, os seus pilares mais importantes. O estudo relaciona, também, aspectos dos veículos de comunicação do MST que apontam um outro olhar sobre a própria comunicação. Para isso, foi necessário acessar alguns documentos básicos de atuação do movimento no setor, assim como suas linhas e diretrizes políticas e ideológicas. Ao final do processo de pesquisa, percebeu-se que o MST, ao estimular o surgimento de canais próprios de comunicação, dentro e fora dos seus núcleos de base (assentamentos), tem como meta difundir a visão de mundo do movimento, assim como colocar à disposição dos trabalhadores do campo ferramentas de diálogo com os diversos setores da sociedade. Em uma perspectiva mais ampla, esse trabalho ajuda a costurar a luta pela democratização dos meios de comunicação, marcando posições políticas e pluralizando a esfera pública de debates.pt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.contributor.referee1Lima, Angelita Pereira de-
dc.contributor.referee1Borges, Rosana Maria Ribeiro-
dc.publisher.departmentFaculdade de Informação e Comunicação (RG)pt_BR
dc.publisher.courseJornalismo (RG)pt_BR
Aparece nas coleções:FIC - Trabalhos de Conclusão de Curso

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
TCCG - Jornalismo - Pedro Rafael Vilela Ferreira.pdfTrabalho de Conclusão de Curso - Artigo Principal830,33 kBAdobe PDFThumbnail
Baixar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.