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dc.creatorRosa, Flávio de Oliveira-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4442356H1por
dc.contributor.advisor1Casaroli, Derblai-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4710404D5por
dc.contributor.advisor-co1Alves Júnior, José-
dc.contributor.referee1Casaroli, Derblai-
dc.contributor.referee2Alves Júnior, José-
dc.contributor.referee3Silva, Claudio Ricardo da-
dc.contributor.referee4Vellame, Lucas Melo-
dc.date.accessioned2016-08-19T13:11:08Z-
dc.date.issued2014-07-18-
dc.identifier.citationROSA, F. O. Zoneamento edafoclimático e respostas do mogno africano às condições do cerrado. 2014. 85 f. Dissertação (Mestradobem Agronomia) - Universidade Federal de Goiás,Goiânia, 2014.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/5972-
dc.description.resumoDevido à devastação de áreas nativas do bioma Cerrado intensificada nas últimas décadas, há atualmente uma grande preocupação em se preservar áreas naturais remanescentes. Em vista disto, o cultivo de espécies florestais para fins comerciais surgiu para suprir a demanda por madeira. Na busca por espécies florestais com boa qualidade de madeira, fácil adaptabilidade e elevado valor comercial, vem ganhando espaço o mogno africano (Khaya ivorensis). Natural da costa ocidental da África é uma espécie que mostrou boa adaptação às condições edafoclimáticas do Cerrado além de estar sendo inserida em várias outras regiões do Brasil. Esta espécie florestal embora recém implantada no Brasil em plantios comerciais, vem ganhando visibilidade, porém pouco se sabe com relação as exigências climáticas, hídricas e nutricionais desta cultura. Assim, o objetivo deste estudo foi de realizar o zoneamento edafoclimático brasileiro para o mogno africano, bem como, avaliar o crescimento e desenvolvimento desta espécie nas condições do Cerrado Goiano. Primeiramente foi realizado o zoneamento edafoclimático para a cultura do mogno africano para as diferentes regiões do Brasil, utilizando-se dados de temperatura, precipitação pluvial e tipos de solo, baseando-se na região de origem desta espécie (costa ocidental africana). O experimento em campo foi conduzido município de Bonfinópolis-GO. As plantas foram implantadas em espaçamento 5 x 5 m. Um sistema de irrigação por aspersão convencional foi utilizado para repor a água perdida por evapotranspiração (ET-100%). Avaliaram-se 10 plantas, sendo 5 plantas irrigadas e 5 plantas não irrigadas. As variáveis medidas foram: altura de planta, altura de fuste, número de folhas e de folíolos, diâmetro de caule e área foliar. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC), em esquema bifatorial 2x9 (A: irrigadas e não irrigadas; D: tempos). O experimento em ambiente protegido foi realizado na EA-UFG, conduzindo-se 18 plantas, em vasos (20 L), sem déficit hídrico, sendo os tratamentos formados por doses de N (0; 0,12; 0,24; 0,36; 0,48; 0,60 g N planta-1). Estas plantas foram avaliadas por um período de 5 meses, com leituras quinzenais de: altura de planta, altura de fuste, número de folhas e de folíolos, diâmetro de caule e área foliar. O desenho experimental foi o DIC. A partir do zoneamento verificou-se que as zonas aptas ao cultivo desta espécie abrangem a maior parte do Brasil, estendendo-se por boa parte das regiões Centro e Norte do país e pelo litoral das regiões nordeste e parte do sudeste , as zonas aptas com restrições compreendem grande parte dos estados do AM, AC, havendo maiores restrições na região sul do Brasil. Apenas uma pequena faixa próxima ao litoral do Estado de SP é considerada inapta ao plantio do mogno africano. O experimento em campo demonstrou que todas as variáveis avaliadas obtiveram diferenças significativas entre os tratamentos irrigados e não irrigados, bem como, para os diferentes tempos de avaliação. As plantas irrigadas apresentaram um maior crescimento que as plantas não irrigadas com taxas diárias para altura de planta e expansão foliar de 0,706 cm e 80,354 cm2, respectivamente, as mesmas variáveis para plantas não irrigadas apresentaram valores de 0,508 cm e 63,104 cm2. Já o experimento em ambiente protegido verificou-se que a adubação nitrogenada influenciou as médias de área foliar, em que as doses de 0,48 e 0,60 g N-1 influenciaram uma melhor performance das plantas. Conclui-se que o mogno africano pode ser cultivado em grande parte do território nacional, recomendando-se a utilização da irrigação nos períodos de maio a setembro.por
dc.description.abstractDue to the intensified devastation of native Brazilian Savanna biome (“Cerrado”) areas in recent decades, there is currently a major concern in preserving the remaining natural areas. In this view, the forest species cultivation purposes has emerged to meet the demand for wood. In the searching of forest species with good quality wood, easy adaptability and high commercial value, has been gaining space the african mahogany (Khaya ivorensis). Originally from west coast of Africa, is a specie that showed good adaptation to edaphoclimatic6 conditions of savanna besides being inserted in several other regions of Brazil. Although the recent implantation of the forest species in commercial plantations in Brazil, has been gaining visibility, but climate requirements is just a little known, beyond fluid and nutritional requirements of the crop. In this way, the aim of this study was to perform the brazilian edaphoclimatic zoning for african mahogany and evaluate the growth and development of this specie under savanna conditions of Goiás, as well. Firstly, edaphoclimatic zoning for the crop of african mahogany for different regions of Brazil was carried out using data temperature, rainfall and soil types, based on the origin region of species (west African coast).The field experiment was carried on Bonfinópolis, county of Goiás State. The plants were implanted is spacing of 5x5m. An irrigation system by conventional sprinkling3 was utilized to replace the lost water for evapotranspiration (ET-100%). 10 plants were evaluated, being 5 irrigated plants and 5 non-irrigated plants. The variables measured were: shaft4 height, number of leaves, stem diameter and leaf area. The experiment delimitation utilized was fully randomized (DIC), in a bi-factorial scheme 2x9 (A: irrigated and non-irrigated; D: times). The experiment in protected environment performed in EA-UFG, driving up of 18 plants in vases (20L.), with no fluid deficit, being the treatments formed by doses of N (0.0; 0.12; 0.24; 0.36; 0.48; 0.60g N plant1). These plants were evaluated for 5 months-period, with biweekly readings of: plant height, shaft height, number of leaves, number of leaflets, stem diameter and leaf area. The experimental drawing z was the DIC. From the zoning, it was realized that suitable areas to the cultivation of this species, cover most part of Brazil, extending though major part of regions Midwest of the country and thought coast of regions northeast and southeast. The suitable zones with restrictions comprise a large part of states of AM and AC, having more restrictions to south region of Brazil. Only a small strip neat the coast of SP state is considered unfit to the african mahogany plantation. The field experiment demonstrated that all evaluated variables obtained significant differences between the irrigated treatments and non-irrigated, as well, for the different times of evaluation. The irrigated plants showed higher growth than non-irrigated plants with daily rates for plant height and leaf extension of 0.706 cm and 80.354 cm2, respectively, the same variables for non-irrigated plants showed values of 0.508 cm and 63.104 cm2. The experiment in protected environment has found that nitrogen fertilization influenced the mean of leaf area wherein the dose of 0.48 and 0.60 g N-1 influenced better performance of the plants. Conclude that african mahogany can be cultivated in major areas of national territory. Irrigation is recommended on the period between May and September. Keywords: Khaya ivorensis, climate, soil, water stress, plant growth.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Marlene Santos (marlene.bc.ufg@gmail.com) on 2016-08-18T19:35:56Z No. of bitstreams: 2 Dissertação - Flávio de Oliveira Rosa - 2014.pdf: 2072221 bytes, checksum: dd9c2aa9eb4e6bd9898133635dd43ba6 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5)eng
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Luciana Ferreira (lucgeral@gmail.com) on 2016-08-19T13:11:08Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Dissertação - Flávio de Oliveira Rosa - 2014.pdf: 2072221 bytes, checksum: dd9c2aa9eb4e6bd9898133635dd43ba6 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5)eng
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dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspor
dc.publisher.departmentEscola de Agronomia e Engenharia de Alimentos - EAEA (RG)por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFGpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Agronomia (EAEA)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.subjectKhaya ivorensispor
dc.subjectClimapor
dc.subjectSolopor
dc.subjectDéficit hídricopor
dc.subjectCrescimento e desenvolvimento vegetalpor
dc.subjectClimateeng
dc.subjectSoileng
dc.subjectWater stresseng
dc.subjectPlant growtheng
dc.subject.cnpqAGRONOMIA::CIENCIA DO SOLOpor
dc.titleZoneamento edafoclimático e respostas do mogno africano às condições do cerradopor
dc.title.alternativeEdafoclimático zoning and responses of african Mahogany to brazilian savanna conditionseng
dc.typeDissertaçãopor
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