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Tipo do documento: Dissertação
Título: A questão da história em Martin Heidegger
Título(s) alternativo(s): The question of history in Martin Heidegger
Autor: Amaral, Antônio Henrique Paz do
Currículo Lattes do Autor: hhttp://lattes.cnpq.br/8047237535096469
Primeiro orientador: Almeida, Fábio Ferreira de
Currículo Lattes do primeiro orientador: http://lattes.cnpq.br/3543790024810464
Primeiro membro da banca: Almeida, Fábio Ferreira de
Segundo membro da banca: Christino, Daniel
Terceiro membro da banca: Kirchner, Renato
Resumo: Martin Heidegger não fez uma filosofia da história à parte de uma filosofia da linguagem, da homem, ou do ser. Não obstante, a temática da história foi de suma relevância a seu pensamento, que sempre aspirou uma totalidade unificante em torno da questão do sentido do Ser. Qual é a condição de possibilidade da história? O que faz de nós seres históricos? Esta pergunta é a que Heidegger chama, em Ser e Tempo, de a questão da historicidade da história. O ponto de partida para se pensar esta questão encontra-se na abertura distintiva do Dasein para a sua temporalidade própria, articulada em três ekstases fundamentais que se unificam no existencial do cuidado – em ordem de originariedade: o futuro-adveniente, o passado-essencial e o presente-instante. Pondo-se resoluto em seu ser-para-a-morte, o Dasein dá abertura para a retroveniência do passado, enquanto repetição das possibilidades derradeiras e mais originárias soterradas pela tradição. Outro ponto de partida, é o questionamento da história a partir da pergunta pelo sentido do niilismo e da morte de Deus, que envolvem nossa época, através de um diálogo atento com a obra de Nietzsche. Assim, Heidegger compreende a nossa historicidade desde uma remissão essencial àquilo que, em sua fase tardia de pensamento, ele nomeia de a “história do Ser”
Abstract: Martin Heidegger did not make a philosophy of history on the side of a philosophy of language, man or being. Nevertheless, the thematic of history was very relevant to his thought, which has always aspired to a unifying totality around the question of the meaning of being. What is the condition of possibility of history? What makes us historical beings? This question is the one that Heidegger calls in Being and Time, the question of the historicity of history. The starting point to think this question is found on the distinctive openness of Dasein to its proper temporality, articulated in three fundamental Ekstasis which unify themselves in the existential of care – in sequence of originality: advenient-future, essential-past and the instant-present. Assuming resolute in its Being-towards-death, the Dasein gives openness to the retrieval of past, as a repetition of utmost and most original possibilities buried by tradition. Another starting point is the questioning of history from the question of the meaning of nihilism and the death of God, which involve our epoch, through a attentive dialogue with Nietzsche’s work. So Heidegger understands our historicity since a essential remission to what that, in its late thinking phase, he calls “history of Being”.
Palavras-chave: Ontologia
Metafísica
Filosofia da história
Filosofia alemã contemporânea
Ontology
Metaphysics
Philosophy of history
Contemporary german philosophy
Área(s) do CNPq: CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal de Goiás
Sigla da instituição: UFG
Departamento: Faculdade de Filosofia - FAFIL (RG)
Programa: Programa de Pós-graduação em Filosofia (FAFIL)
Citação: AMARAL, A. H. P. A questão da história em Martin Heidegger. 2018. 98 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2018.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Endereço da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/8891
Data de defesa: 17-Ago-2018
Aparece nas coleções:Mestrado em Filosofia (FAFIL)

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