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Tipo do documento: Artigo publicado em periódico científico
Título: Cultivo de milho e os rituais do tempo no Vale de Ixtlahuaca-Jocotilán, México
Título(s) alternativo(s): Corn plantation and the rituals of the time in the Ixtlahuaca-Jocotitlán valley, Mexico
Cultivo del maíz y rituales del tiempo en el valle deIxtlahuaca-Jocotitlán, estado de México
Autor: MONTES, Laura Reyes
ZÁRATE, Beatriz Andrea Albores
Abstract: Com base em informações etnográficas, duas variantes agrícolas do sistema sazonal úmido são apresentadas para a região central do México ocupada por uma importante e enigmática jurisdição administrativa e política. Trata-se de El Matlatzinco que abrigou majoritariamente os falantes de quatro línguas otomianas (matlatzinca, otomi, mazahua, e ocuilteco). O território estimado de El Matlatzinco começou a ficar conhecido como ‘Vale de Toluca’ ainda no século XVI durante o vice-reinado espanhol. A primeira variante da agricultura vem do vale Ixtlahuaca-Jocotitlán, localizado nas zonas serranas daquela região, que foi vinculada, a partir de uma abordagem comparativa, com uma variante na zona lacustre do antigo Matlatzinco. A finalidade é se fazer conhecer duas das técnicas através das quais a agricultura sazonal de milho torna-se adaptada a um ambiente localizado a mais de 2.000 metros acima do nível do mar. Em tais lugares de altitude, onde só é possível uma colheita anual, particularmente por causa das geadas periódicas, o cultivo deve começar antes da estação chuvosa. Contudo, os casos mencionados - em ambas as zonas - ilustram detalhadamente o conhecimento ambiental milenar adquirido pelos habitantes locais e pelos indígenas bem como as limitações ambientais para se obter a umidade necessária para o cultivo dos grãos de milho “sagrados”. O artigo também cita as principais festividades relacionadas à agricultura, destacando-se uma em particular devido a suas implicações na forma como a Mesoamérica idealizava o mundo (conceituação de mundo). _______________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT _______________________________________________________________________________________________________________________ Based on ethnographic information, two variants of the humid-seasonal agricultural system are presented for the central region of Mexico, which is occupied by an important and enigmatic political and administrative jurisdiction. It corresponds to El Matlatzinco, which nested speakers-inhabitants of four Otomian languages (matlatzinca, otomi, mazahua and ocuilteco). The estimated territory of El Matlatzinco began to be known as the Valley of Toluca since early Spanish vice-reign in the sixteenth century. The first agricultural variant comes from the Ixtlahuaca-Jocotitlán Valley – located in the mountainous zone of that region – which we will refer to, from a comparative approach, the variant in the lacustrine zone of the ancient Matlatzinco. The aim of this paper is to describe two maize seasonal agriculture systems adapted to environments over 2,000 meters above sea level. In such high altitude places – where only one annual harvest is possible, especially due to frosts – cultivation must begin before the rainy season. Hence, the cases mentioned in both zones illustrate the detailed millenary environmental knowledge of these inhabitants, and show their environmental limitations in order to obtain the necessary humidity for the cultivation of the corn grain. The study also mentions the main agricultural festivities that are carried out by the Mesoamerican way of conceptualizing the world. _______________________________________________________________________________________________________________________ RESUMEN _______________________________________________________________________________________________________________________ A partir de información etnográfica se exponen dos variantes agrícolas de humedad y temporal de la región del centro de México que ocupó una importante y enigmática jurisdicción político-administrativa. Se trata del Matlatzinco, que albergó de manera mayoritaria a hablantes de los cuatro idiomas otomianos –matlatzinca, otomí, mazahua y ocuilteco– hasta el siglo XV cuando ocurrió la invasión mexica, cuya lengua era el náhuatl. El territorio aproximado del Matlatzinco empezó a conocerse como valle de Toluca al comienzo del virreinato en el siglo XVI. La primera variante agrícola proviene del valle de Ixtlahuaca-Jocotitlán – que se ubica en la zona serrana de aquella región–, a la cual nos referiremos desde un enfoque comparativo con la variante de la zona lacustre del antiguo Matlatzinco. La finalidad es dar a conocer dos de las maneras en las que la agricultura maicera de temporal es adaptada a entornos que sobrepasan los 2,000 metros sobre el nivel del mar. En estos ambientes tan elevados –donde sólo es posible una cosecha anual a causa del despliegue de las heladas sobre todo– el cultivo debe emprenderse antes de que empiece la época lluviosa. Así, los casos de las dos zonas mencionadas ejemplifican el detallado conocimiento milenario que la población tiene de su medio natural y el ingenio con el que enfrenta las limitantes ambientales, a fin de obtener la humedad necesaria para la consecución del grano divino del maíz. También se mencionan las principales festividades agrícolas, destacándose una de éstas por sus implicaciones relativas a la forma mesoamericana de conceptuar el mundo (conceptuación del mundo).
Citação: MONTES, Laura Reyes; ZÁRATE, Beatriz Andrea Albores. Cultivo de milho e os rituais do tempo no Vale de Ixtlahuaca-Jocotilán, México, Ateliê Geográfico, Goiânia, GO, v.4, n. 10, 2010. Disponível em:<http://www.revistas.ufg.br/index.php/atelie/article/view/9907/6768>.
Tipo de acesso: Open Access
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/129
Data de publicação: Abr-2010
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