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Tipo do documento: Artigo
Título: Prevalência do nível de formação da veia cava caudal no cão
Título(s) alternativo(s): Prevalence level of the caudal cava vein formation in the dog
Autor: Mata, João Roberto da
Souza, Paulo Roberto de
Cruz, Viviane de Souza
Silva, Marcelo Seixo de Brito e
Mata, Fabiana Ribeiro da
Resumo: A veia cava caudal no cão é a via de drenagem do sangue, advindo da pelve e membros posteriores. O nível de união das veias ilíacas comuns, direita e esquerda formando a veia cava caudal pode apresenta variação. Este trabalho teve como objetivo, avaliar a prevalência do nível de formação da veia cava caudal do cão. Foram utilizados 104 cães, sem raça definida, de ambos os sexos, fixados em formol, dissecados e analisados macroscopicamente quanto ao nível de formação da veia cava caudal. A veia cava caudal apresentou-se com freqüência de formação de 1,93% ao nível das vértebras lombares L3 e L6 e com prevalência de 95,19% ao nível da sétima vértebra lombar. As veias circunflexas ilíacas profundas, direita e esquerda apresentaram drenagem para a veia cava caudal, ambas cranialmente ao nível de sua formação, em 92,31% dos casos e de 3,85% ao nível desta formação. Estes vasos também se apresentaram com drenagem, ambas para as veias ilíacas comuns (2,89%), ou ainda em 0,96% dos casos com a veia circunflexa ilíaca profunda direita para veia cava caudal, e a veia circunflexa ilíaca profunda esquerda para a veia ilíaca comum esquerda. Em 1,93% ocorreu uma ponte de ligação entre as veias ilíacas comuns, direita e esquerda. Portanto, a formação da veia cava caudal do cão oscila entre L3 e L7, com maior freqüência neste último nível. As veias circunflexas ilíacas profundas drenam cranialmente ou ao nível da formação da veia cava caudal, porém, ainda que em menor freqüência, para uma ou ambas as veias ilíacas comuns. Não houve indícios de que, estas variações no nível de formação da veia cava caudal, determinem prejuízos na drenagem da pelve e membros posteriores de caninos.
Abstract: The caudal cava vein in the dog is the way to drain the blood that comes from the pelvis and the back limbs. The caudal cava vein formed by the level of union of the common iliac veins – left and right, can show variation. The aim of this study is to evaluate the level of prevalence of the caudal cava vein formation of the dog. One hundred and four (104) of none defined breed dogs were researched. They were of both gender and fixed in formalin aqueous solution, also dissected and macroscopically analyzed to the level of the caudal cava vein formation. The caudal cava vein showed the formation frequency of 1,93% to the level of the L3 and L6 lumber vertebras. Also prevailing the 95,19% to the level of the seventh (7th) lumber vertebra. The circumflex deep iliac veins – right and left showed the drain to the caudal cava vein, both cranially to the level of its formation (in 92,31% of the cases), and 3,85% to the level of these formation. These vessels also showed with drain, both to the common iliac veins (2,89%), or in 0,96% of the cases with the right circumflex deep iliac vein to the caudal cava vein, and the left circumflex deep iliac vein to the left common iliac vein. In 1,93%, happened a link between the common iliac veins, right and left. So its formation in the dog vary between L3 and L7 – being more frequent in this last level. The circumflex deep iliac veins drain cranially to the level of the formation of the caudal cava vein. But in less frequency to one or both common iliac veins. The study showed that the variations in the level of formation of the caudal cava vein that didn’t harm the drain of the pelvis and back limb in these animals.
Palavras-chave: Veia cava
Anatomia
Cão
Cava vein
Anatomy
Dog
País: Brasil
Instituição: Ricardo Menegatti
Sigla da instituição: UFG
Unidade acadêmica: Faculdade de Farmácia - (FF)
Citação: MATA, João Roberto da; SOUZA, Paulo Roberto de; CRUZ, Viviane de Souza; SILVA, Marcelo Seixo de Brito e; MATA, Fabiana Ribeiro da. Prevalência do nível de formação da veia cava caudal no cão. Revista Eletrônica de Farmácia, Goiânia, v. 6, n. 4, p. 62-72, out./dez. 2009. Disponível em: <https://revistas.ufg.br/REF/article/view/8788/6139>.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Identificador do documento: 10.5216/ref.v6i4.8788
Identificador do documento: 10.5216/ref.v6i4.8788
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/16851
Data de publicação: Dez-2009
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