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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Adriana Rosário da-
dc.creatorSantos, Daiane Aparecida Ferreira dos-
dc.creatorRodrigues, Eunice da Rocha Moraes-
dc.creatorMoraes, Gracilene Chaves de-
dc.creatorCosta, Silma Aparecida da Silva-
dc.date.accessioned2019-05-28T13:05:24Z-
dc.date.available2019-05-28T13:05:24Z-
dc.date.issued2017-12-
dc.identifier.citationSILVA, Adriana Rosário da; SANTOS, Daiane Aparecida Ferreira dos; RODRIGUES, Eunice da Rocha Moraes; MORAES, Gracilene Chaves de; COSTA, Silma Aparecida da Silva. O ciclo de vida da criança Tapuia. Articulando e Construindo Saberes, Goiânia, v. 2, n. 1, p. 496-513, jan./dez. 2017. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/racs/article/view/49031/24048.pt_BR
dc.identifier.issne- 2525-8303-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/17549-
dc.description.abstractThe Tapuia of Carretão people residing in the municipalities of Rubiataba and Nova América-Goiás are descendants of three indigenous peoples, including Karajá, Xavante and Kaiapó, including blacks and whites. After many years of this miscegenation, our people acquired various customs from these different peoples. Much is discussed about children’s learning, how and with whom they learn. In our community we can observe that each family has its different customs and traditions, and each indigenous trunk predominates depending from the family that it is descended. At every stage of the child’s life she learns from the people around her. But we can notice that it depends on each family, because each one has its particularity. In some families it may be noted that the mother or father takes more responsibility for the teaching being in some families the mother and in others the father. Learning the life of the Tapuia people is continuous because it is something that you never fail to acquire. If we are older, we learn from our children and grandchildren. We learn from friends, from the family, from our elders, from our caciques, from our leaders. We learn to value our cultures and traditions, to value the teachings that our grandparents and great-grandparents have left us. Therefore, each lived experience is very important in the formation of the person, although one can perceive that the most significant cycle would be the phase of old age that is where many experiences were lived and if you have the opportunity to pass them on, and where much knowledge is acquired. That is why the old Tapuia are always seen with respect and admiration, followed soon after by the phase of the uterus and early childhood, for they are the cycles in which the child is in a more direct contact with the World, beginning to learn colors and tastes and forming intellectually and sentimentally. This will reflect in adulthood into old age. Each phase has its particularity and individuality. It is enough to respect all that we will learn from each one, because all have their special value and each transition phase has its identity, its attitude and its time to unfold.pt_BR
dc.description.sponsorshipRede UFG/UFT/UFMApt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherMaria do Socorro Pimentel da Silvapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPovo Tapuiapt_BR
dc.subjectCiclo de vida da criançapt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectAnciãos e liderançaspt_BR
dc.subjectTapuia peoplept_BR
dc.subjectChild’s life cyclept_BR
dc.subjectFamilypt_BR
dc.subjectElders and leaderspt_BR
dc.titleO ciclo de vida da criança Tapuiapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoO povo Tapuia do Carretão residente nos municípios de Rubiataba e Nova América-Goiás é descendente de três povos indígenas, sendo eles Karajá, Xavante e Kaiapó, incluindo negros e brancos. Após muitos anos dessa miscigenação, o nosso povo adquiriu vários costumes vindos desses diferentes povos. Muito se discute sobre a aprendizagem das crianças, como e com quem elas aprendem. Na nossa comunidade podemos observar que cada família tem seus costumes e tradições diferentes, e predomina mais cada Tronco indígena de que a família é descendente. Em cada fase da vida da criança ela aprende com as pessoas que estão ao seu redor. Mas podemos notar que depende de cada família, pois cada um tem a sua particularidade. Em algumas famílias pode-se notar que a mãe ou o pai pegam mais as responsabilidades do ensinamento sendo em algumas famílias a mãe e em outras o pai. O aprendizado da vida do povo Tapuia é contínuo, pois é algo que você nunca deixa de adquirir. Se estamos mais velhos, aprendemos com nossos filhos e netos. Aprendemos com pessoas amigas, com a família, com os nossos anciões, com os nossos caciques, com as nossas lideranças. Aprendemos a valorizar nossas culturas e tradições, a dar valor aos ensinamentos que nossas avós e bisavós nos deixaram. Portanto, cada experiência vivida é muito importante na formação da pessoa, embora possa se perceber que o ciclo mais significativo seria a fase da velhice que é onde muitas experiências foram vividas e se tem oportunidade de repassá-las adiante, e onde se adquire muito conhecimento. Por isso os (as) velhos (as) Tapuia são sempre visto (as) com respeito e admiração, seguidos logo após pela fase do útero e da primeira infância, pois são os ciclos nos quais a criança está em um contato mais direto com o mundo, começando a aprender cores e sabores e formando-se intelectualmente e sentimentalmente. Isso irá refletir na vida adulta até a velhice. Cada fase tem sua particularidade e individualidade. Basta respeitarmos todos que aprenderemos com cada uma, porque todas têm seu valor especial e cada fase de transição tem sua identidade, sua atitude e seu tempo de desabrochar.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFGpt_BR
dc.identifier.doi10.5216/racs.v2i1.49031-
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras - (FL)pt_BR
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