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Tipo do documento: Artigo
Título: Comparison between the 1% and 2% ibopamine provocative test in primary open-angle glaucoma patients: sensitivity, specificity and tolerability
Título(s) alternativo(s): Comparação entre o teste de ibopamina a 1% e a 2% no glaucoma primário de ângulo aberto: sensibilidade, especificidade e tolerabilidade
Autor: Silva, Leopoldo Magacho dos Santos
Costa, Marcelus Layguel Machado
Carvalho, André Rezende Dessimoni
Ávila, Marcos Pereira de
Resumo: Objetivo: Comparar a tolerabilidade e a eficácia do teste provo- cativo da ibopamina com diferentes concentrações em pacien- tes com glaucoma primário de ângulo aberto. Métodos: Pacien- tes com glaucoma (mesmo olho) foram aleatoriamente submeti- dos ao teste provocativo da ibopamina com as duas concentra- ções comercialmente disponíveis: 1% e 2% com pelo menos 3 semanas de intervalo, mas não superior a 3 meses. Os indiví- duos normais foram randomizados a uma das concentrações utilizadas. O teste era considerado positivo se houvesse eleva- ção da pressão intra-ocular (Pio) superior a 3 ou 4 mmHg 30 ou 45 minutos após o início do teste para se estabelecer a melhor relação sensibilidade (Se)/especificidade (Es) do teste. Resulta- dos: Treze pacientes com glaucoma, 15 indivíduos normais com a ibopamina a 2% e 13 com a ibopamina a 1% foram incluídos. Não houve diferença estatisticamente significativa em qualquer uma das médias da Pio entre a ibopamina a 1% ou a 2%. A Pio foi significativamente maior aos 30 e 45 minutos com ambas as concentrações (p<0,001). A melhor relação Se/Es foi obtida com o aumento da Pio >3 mmHg, 45 minutos após o teste com a ibopamina a 2% (área abaixo da curva ROC: 0,864, Se: 84,6%; Es: 73,3%). Todos os pacientes referiram leve ardência à instilação da ibopamina. Conclusão: Sugere-se a utilização da ibopamina a 2% como teste provocativo para o glaucoma. Como ambas as concentrações apresentaram capacidade similar em elevar a Pio, a Ibopamina a 1% (menor concentração da droga) pode ser utilizada por períodos prolongados, como na hipotonia ocular.
Abstract: Purpose: To compare intraocular pressure (IOP) rise in normal individuals and primary open-angle glaucoma patients and the safety and efficacy of ibopamine eye drops in different concentrations as a provocative test for glaucoma.Methods:Glaucoma patients underwent (same eye) the ibopamine provocative test with two concentrations, 1% and 2%, in a random sequence at least 3 weeks apart, but not more than 3 months. The normal individuals were randomly submitted to one of the concentrations of ibopamine (1% and 2%). The test was considered positive if there was an IOP rise greater than 3 or 4 mmHg at 30 or 45 minutes to test which subset of the test has the best sensitivity (Se)/specificity (Sp). Results: There was no statistically significant difference in any of the IOP measurements, comparing 1% with 2% ibopamine. The IOP was significantly higher at 30 and 45 minutes with both concentrations (p<0.001). The best sensitivity/ specificity ratio was achieved with the cutoff point set as greater than 3 mmHg at 45 minutes with 2% ibopamine (area under the ROC curve: 0.864, Se: 84.6%; Sp:73.3%). All patients described a slight burning after ibopamine’s instillation. Conclusion: 2% ibopamine is recommended as a provocative test for glaucoma. Because both concentrations have similar ability to rise IOP, 1% ibopamine may be used to treat ocular hypotony.
Palavras-chave: Dopamine Agonists/administration & dosage
Glaucoma, open-angle/diagnosis
Intraocular pressure/drug effects
Sensitivity and specificity
Ophthalmic solutions
Agonistas dopaminérgicos/administração & dosagem
Glaucoma de ângulo aberto/diagnóstico
Sensibilidade e especificidade
Pressão intraocular/efeito de drogas
Tolerância e eficácia
Soluções oftálmicas
País: Brasil
Unidade acadêmica: Faculdade de Medicina - FM (RG)
Citação: MAGACHO, Leopoldo et al. Comparison between the 1% and 2% ibopamine provocative test in primary open-angkle Glaucoma patients: sensitivity, specificity and tolerability. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, São Paulo, v. 69, n. 5, p. 695-699, 2006.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Identificador do documento: 10.1590/S0004-27492006000500015
Identificador do documento: 10.1590/S0004-27492006000500015
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/17641
Data de publicação: 2006
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