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Tipo do documento: Artigo publicado em periódico científico
Título: Alterações morfo-histológicas em larvas de Aedes aegypti (LinaeEus, 1762) (Diptera , Culicidae) causadas pelo tanino catéquico isolado da planta do cerrado Magonia pubescens (Sapindaceae)
Título(s) alternativo(s): Changes in morphohistologic larvae of Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) (Diptera, Culicidae) caused by tannins catechin isolated from the plant Magonia pubescens (Sapindaceae)
Autor: Valotto, Cleyde Ferreira Barreto
Carvasin, Gláucia
Silva, Heloisa Helena Garcia
Geris, Regina
Silva, Ionizete Garcia da
Abstract: O controle do Aedes aegypti é hoje um dos grandes problemas de saúde pública no Brasil, por ser o principal vetor do dengue e da febre amarela urbana. De origem africana, este mosquito adaptou-se muito bem às condições climáticas brasileiras e se encontra distribuído em todos os estados. Os métodos usuais de combate e controle deste mosquito têm sofrido vários questionamentos. Os inseticidas químicos atualmente utilizados têm levado ao surgimento de populações resistentes de mosquitos, a consequente elevação de sua densidade já desencadeou grandes epidemias de dengue. Substâncias inseticidas de origem botânica podem ser candidatas alternativas ao controle. Este trabalho apresenta, pela primeira vez, as alterações morfo-histológicas causadas pela atividade larvicida do tanino catéquico, extraído de Magonia pubescens, nas larvas de A. aegypti, mostrando o potencial larvicida deste composto natural. Larvas de terceiro estádio foram submetidas ao tanino catéquico, a 37ppm, solubilizado em água, onde permaneceram por até 24 horas. As larvas que atingiram estado letárgico foram coletadas e fixadas em paraformaldeído a 4% em tampão cacodilato de sódio 0.1M pH 7.2, incluídas em resina, montadas em lâminas, coradas pela hematoxilina-eosina e analisadas por microscopia de luz. Os principais efeitos tóxicos celulares do tanino catéquico sobre larvas de A. aegypti foram: elevada vacuolização e ausência dos limites citoplasmáticos, formação vesicular apical com liberação de conteúdo citoplasmático, aumento do espaço intercelular e desprendimento de células da membrana basal. _______________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT _______________________________________________________________________________________________________________________ The control of Aedes aegypti is nowadays one of the major public health problems in Brazil, being the main vector of dengue and urban yellow fever. Of African origin, this mosquito is well adapted to Brazilian climatic conditions and is now distributed in all states. The usual methods to combat and control the mosquito have been highly questioned. The chemical insecticides currently used have led to the emergence of resistant populations of mosquitoes and the consequent increase of its density, causing significant epidemics of dengue.Insecticides of botanical origin have shown to be alternative candidates to their control. This work presents for the first time, morphohistologic changes caused by the larvicidal activity of tannin catechin extracted from Magonia pubescens on larvae of A. aegypti, showing the potential of this natural larvicidal compound. Larvae of the 3rd stage were submitted to a water solution of tannin catechins, at 37ppm, where they remained for up to 24 h. Larvae that reached lethargic state were collected and fixed in paraformaldehyde at 4%, in sodium cacodylate buffer at 0.1 M and pH 7.2, included in resin, mounted on slides, stained with hematoxylin-eosin and analyzed by light microscope. The main cell toxic effects of tannin catechin on larvae of A. aegypti were the high vacuolation and absence of cytoplasmic limits, vesicular apical formation with release of cytoplasmic content, increase in intercellular spaces and detachment of cells from the basal membrane.
Citação: VALOTTO, Cleyde Ferreira Barreto; CARVASIN, Gláucia; SILVA, Heloisa Helena Garcia; GERIS, Regina; SILVA, Ionizete Garcia da. Alterações morfo-histológicas em larvas de Aedes aegypti (LinaeEus, 1762) (Diptera , Culicidae) causadas pelo tanino catéquico isolado da planta do cerrado Magonia pubescens (Sapindaceae). Revista de Patologia Tropical, Goiânia, GO, v. 39, n. 4 , 2010. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/iptsp/article/view/13066/8512>.
Tipo de acesso: Open Access
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/182
Data de publicação: 26-Out-2010
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