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Tipo do documento: Artigo
Título: Revisão rápida de esfregaços cervicais como método de garantia interna de qualidade
Título(s) alternativo(s): Rapid screening of cervical smears as a method of internal quality assurance
Autor: Amaral, Rita Goreti
Santos, Silvia Helena Rabelo dos
Catharino, Jamira Machado Ramos
Silva, Luiz Carlos Borges da
Westin, Maria Cristina Amaral
Cotta, Ana Cristina
Trevisan, Miriam Aparecida da Silva
Hardy, Ellen Elizabeth
Zeferino, Luiz Carlos
Resumo: Introdução: Uma das críticas mais freqüentes ao exame citopatológico é a alta taxa de falsos negativos. O método de garantia de qualidade mais utilizado é a revisão de 10% dos esfregaços negativos. Segundo diversos autores, o método de revisão rápida de 100% é eficiente para detectar resultados falsos negativos. Objetivo: Comparar o desempenho dos métodos de revisão rápida de 100% e revisão de 10% dos esfregaços negativos como método de garantia interna de qualidade. Métodos: Foram submetidos à revisão rápida, realizada por um citotécnico sênior, 2.750 esfregaços com resultados negativos da rotina, seguida pela revisão de 10% por outro citotécnico sênior. Após estas revisões, todos os esfregaços foram analisados por dois citopatologistas, separadamente. Quando seus resultados não eram concordantes, os esfregaços eram analisados por um terceiro citopatologista e, através de uma reunião de consenso, era definido o diagnóstico final (padrão-ouro). Resultados: A revisão rápida identificou 98 esfregaços suspeitos, dos quais 62 foram confirmados pelo padrão-ouro, sendo 45 Ascus, 11 LSIL e seis HSIL (sensibilidade 73,8%). A revisão de 10% identificou nove esfregaços positivos, dos quais seis foram confirmados pelo padrão-ouro, sendo três Ascus, dois LSIL e um HSIL (sensibilidade 50%). Dos 2.489 esfregaços não-incluídos na revisão de 10%, o padrão-ouro identificou 57 Ascus, dez LSIL e cinco casos HSIL. Conclusão: A revisão rápida de 100% é uma alternativa eficiente para reduzir as taxas de falsos negativos dos exames citopatológicos. Permite ainda o monitoramento do desempenho individual da equipe.
Abstract: Introduction: One of the most frequently cited disadvantages of cervical cancer screening is its high false negative rate. The most widely used quality assurance method is 10% random re-screening. Recent studies have shown that 100% rapid re-screening is an efficient method for reduction of the false negative rate. Objective: The aim of this study was to compare the performance of 100% rapid re-screening with that of 10% random re-screening as an internal quality assurance method. Methods: 2,750 first screening negative smears were submitted to 100% rapid re-screening by a senior cytotechnologist followed by 10% random re-screening by another senior cytotechnologist. After re-screening, all smears were analyzed by two independent cytopathologists. Whenever results were divergent the smears were analyzed by a third cytopathologist and the panel established a consensus gold standard diagnosis. Results: 98 suspect smears were selected by rapid re-screening, 62 of which were confirmed as abnormal by the gold standard: 45 Ascus, 11 LSIL and six HSIL (sensitivity 73.8%). Of the nine abnormal smears detected by the 10% random re-screening, six were confirmed by the gold standard, three Ascus, two LSIL and one HSIL (sensitivity 50%). The gold standard detected 57 Ascus, ten LSIL and five HSIL cases among the 2,489 smears that were not submitted to 10% re-screening. Conclusions: 100% rapid re-screening is an efficient alternative for reduction of cervical screening false negative rates. It also allowed to monitor the individual performance of members of the team.
Palavras-chave: Câncer de colo uterino
Teste de papanicolaou
Revisão rápida
Garantia de qualidade
Controle de qualidade
Cervical cancer
Pap test
Rapid screening
Quality assurance
Quality control
País: Brasil
Unidade acadêmica: Faculdade de Farmácia - FF (RG)
Citação: AMARAL, Rita Goreti et al. Revisão rápida de esfregaços cervicais como método de garantia interna de qualidade. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, Rio de Janeiro, v. 39, n.2, p. 151-155, 2003.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Identificador do documento: 10.1590/S1676-24442003000200010
Identificador do documento: 10.1590/S1676-24442003000200010
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18234
Data de publicação: 2003
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