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Tipo do documento: Dissertação
Título: A releitura cognitivo-semântica de Robert Hanna das formas de intuição de Kant: sobre o significado representacional do conteúdo não-conceitual no debate contemporâneo
Título(s) alternativo(s): Robert Hanna's cognitive-semantic rereading of Kant's forms of intuition: on the representational meaning of non-conceptual content in contemporary debate
Autor: Magalhães, Bergkamp Pereira
Currículo Lattes do Autor: http://lattes.cnpq.br/2509410605711919
Primeiro orientador: Santoro, Thiago Suman
Currículo Lattes do primeiro orientador: http://lattes.cnpq.br/0412836563259361
Primeiro membro da banca: Santoro, Thiago Suman
Segundo membro da banca: Pereira, Roberto Horácio de Sá
Terceiro membro da banca: Klotz, Hans-Christian
Resumo: A presente dissertação propõe investigar o debate a respeito da possibilidade de existência e significado representacional do conteúdo não-conceitual. Para isto, abordaremos a interpretação do espectro não-conceitualista do debate que defende esta possibilidade contra a versão mais influente do conceitualismo, a saber, o conceitualismo de John McDowell. No primeiro momento, mostraremos a importância de Gareth Evans e John McDowell para o debate contemporâneo, visto que o primeiro é o responsável por introduzir a noção de conteúdo não-conceitual no debate contemporâneo e o segundo pela introdução dos chamados conceitos demonstrativos para defender o espectro conceitualista. Ademais, mostraremos dois posicionamentos a respeito da noção não-conceitual dos escritos de Evans frente aos conceitos demonstrativos para entendermos a importância do conteúdo não-conceitual ser tomado como representação. A perspectiva de Robert Stalnaker, que se posiciona a favor da visão de estado, e Richard Heck que se posiciona a favor da visão de conteúdo. O objetivo é apontar as principais questões dentro do debate contemporâneo para entendermos os propósitos do argumento de Robert Hanna exposto na segunda parte. No segundo momento, apresentaremos duas perspectivas de interpretação dos escritos de Kant. A releitura cognitivo-semântico não-conceitualista de Hanna e a leitura epistêmica-metafísica conceitualista de John McDowell que entende que Kant é o precursor do conceitualismo. O objetivo é elucidar como as chamadas “formas de intuição” explicam constitutivamente o conteúdo não-conceitual e como esse papel constitutivo é desempenhado no conteúdo não-conceitual a partir do Argumento das Contrapartes Incongruentes. Por fim, traçaremos a relação entre a proposta de releitura cognitivo-semântico que Hanna faz dos escritos de Kant e o espectro não-conceitualista do debate contemporâneo para indicarmos como estes escritos oferecem respostas para os problemas enfrentados pelo espectro não-conceitualista do debate atual.
Abstract: The present thesis proposes to investigate the debate regarding the possibility of existence and representational significance of non-conceptual content. For this, we will approach the interpretation of the non-conceptualist spectrum of the debate that defends this possibility against the most influential version of conceptualism, namely, John McDowell's conceptualism. In the first moment, we will show the importance of Gareth Evans and John McDowell for the contemporary debate, since the first is responsible for introducing the notion of non-conceptual content in the contemporary debate and the second for the introduction of the so-called demonstrative concepts to defend the conceptualist spectrum. In addition, we will show two positions regarding the non-conceptual notion of Evans's writings in relation to demonstrative concepts in order to understand the importance of non-conceptual content to be taken as representation. The perspective of Robert Stalnaker, who stands in favor of the state view, and Richard Heck who stands in favor of the content view. The objective is to point out the main issues within the contemporary debate to understand the purposes of Robert Hanna's argument exposed in the second part. In the second moment, we will present two perspectives of interpretation of Kant's writings. Hanna's non-conceptualist semantic-cognitive rereading and John McDowell's conceptualist epistemic-metaphysical reading that understands that Kant is the precursor of conceptualism. The objective is to elucidate how the so-called “forms of intuition” constitutively explain the non-conceptual content and how this constitutive role is played in the non-conceptual content from the Argument from Incongruent Counterparts. Finally, we will trace the relationship between Hanna's cognitive-semantic reinterpretation proposal of Kant's writings and the non-conceptualist spectrum of contemporary debate to indicate how these writings offer answers to the problems faced by the non-conceptualist spectrum of the current debate.
Palavras-chave: Kant
Não-conceitualismo
Conceitualismo
Não-conceitualismo de estado
Não-conceitualismo de conteúdo
Non-conceptualism
Conceptualism
State view
Content view
Área(s) do CNPq: CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::LOGICA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal de Goiás
Sigla da instituição: UFG
Departamento: Faculdade de Filosofia - FAFIL (RG)
Programa: Programa de Pós-graduação em Filosofia (FAFIL)
Citação: MAGALHÃES, B. P. A releitura cognitivo-semântica de Robert Hanna das formas de intuição de Kant: sobre o significado representacional do conteúdo não-conceitual no debate contemporâneo. 2020. 121 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2020.
Tipo de acesso: Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International
Endereço da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/11173
Data de defesa: 26-Nov-2020
Aparece nas coleções:Mestrado em Filosofia (FAFIL)

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