The role of eculuzimab in the prognosis of shiga toxin- associated hemolytic-uremic syndrome in children: a literature review

dc.creatorRamos, Gustavo Almeida
dc.creatorMello, Amanda Moreira de Araújo
dc.creatorPinheiro, Camila Fontes
dc.creatorMoreira, Stephânia de Oliveira Laudares
dc.creatorCarneiro, Lilian Carla
dc.creatorPinto, Murillo de Sousa
dc.creatorReis, Cíntia Pereira
dc.date.accessioned2026-04-30T15:56:29Z
dc.date.available2026-04-30T15:56:29Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractHemolytic-Uremic Syndrome (HUS) is a rare and severe thrombotic microangiopathy characterized by hemolytic anemia, thrombocytopenia, and acute kidney injury, predominantly affecting children. The form associated with Shiga toxin- producing Escherichia coli (STEC-HUS) is the most prevalent in this age group, with high morbidity and a significant risk of renal sequelae and the need for renal replacement therapy, as evidenced by national studies. Eculizumab, a complement C5 inhibitor, has revolutionized the prognosis of Atypical Hemolytic-Uremic Syndrome (aHUS), but its role in pediatric STEC-HUS remains controversial. This article, through an integrative literature review in the PubMed and SciELO databases, analyzed the influence of eculizumab on the clinical outcomes of STEC-HUS in children, aiming to support the discussion on its potential inclusion in the Brazilian healthcare system. The results indicate that while there is evidence of long-term benefit in renal protection, the efficacy of eculizumab in the acute phase and on neurological outcomes is not consistently demonstrated. Studies are often limited by indication bias and small sample sizes. Given the high cost and scientific uncertainties, it is concluded that eculizumab should not be a universal first-line therapy for STEC-HUS. Its use must be highly individualized, reserved for severe or refractory cases with confirmed complement activation, rigorous clinical protocols, and genetic testing. There is a pressing need for randomized, multicenter clinical trials to define the subgroup of pediatric patients with STEC-HUS who would truly benefit from this therapy, paving the way for more solid evidence-based health policies in Brazil.
dc.description.abstractEl Síndrome Hemolítico-Urémico (SHU) es una microangiopatía trombótica rara y grave, caracterizada por anemia hemolítica, trombocitopenia y lesión renal aguda, que afecta predominantemente a niños. La forma asociada a Escherichia coli productora de toxina Shiga (SHU-STEC) es la más prevalente en este grupo de edad, con alta morbilidad y un riesgo significativo de secuelas renales y necesidad de terapia de reemplazo renal, como lo demuestran estudios nacionales. El eculizumab, un inhibidor del complemento C5, ha revolucionado el pronóstico del Síndrome Hemolítico-Urémico Atípico (SHUa), pero su papel en el SHU-STEC pediátrico sigue siendo controvertido. Este artículo, a través de una revisión integradora de la literatura en las bases de datos PubMed y SciELO, analizó la influencia del eculizumab en los resultados clínicos del SHU-STEC en niños, con el objetivo de fundamentar la discusión sobre su posible inclusión en el sistema de salud brasileño. Los resultados indican que, aunque existen evidencias de un beneficio a largo plazo en la protección renal, la eficacia del eculizumab en la fase aguda y en los resultados neurológicos no se demuestra de manera consistente. Los estudios a menudo están limitados por sesgos de indicación y un tamaño de muestra pequeño. Ante el elevado costo y las incertidumbres científicas, se concluye que el eculizumab no debe ser una terapia de primera línea universal para el SHU-STEC. Su uso debe ser altamente individualizado, reservado para casos graves o refractarios con activación del complemento confirmada, protocolos clínicos rigurosos y pruebas genéticas. Es apremiante la necesidad de ensayos clínicos aleatorizados y multicéntricos para definir el subgrupo de pacientes pediátricos con SHU-STEC que realmente se beneficiaría de esta terapia, allanando el camino para políticas de salud basadas en evidencias más sólidas en Brasil.
dc.description.resumoA Síndrome Hemolítico-Urêmica (SHU) é uma microangiopatia trombótica rara e grave, caracterizada por anemia hemolítica, trombocitopenia e lesão renal aguda, afetando predominantemente crianças. A forma associada à Escherichia coli produtora de toxina Shiga (STEC-HUS) é a mais prevalente nessa faixa etária, com alta morbidade e risco significativo de sequelas renais e necessidade de terapia renal substitutiva, conforme evidenciado por estudos nacionais. O eculizumab, um inibidor do complemento C5, revolucionou o prognóstico da Síndrome Hemolítico-Urêmica Atípica (HUSa), mas seu papel na STEC-HUS pediátrica permanece controverso. Este artigo, por meio de uma revisão integrativa da literatura nas bases de dados PubMed e SciELO, analisou a influência do eculizumab nos desfechos clínicos da STEC-HUS em crianças, visando subsidiar discussão sobre potencial inclusão no sistema de saúde brasileiro. Os resultados indicam que, embora haja evidências de benefício a longo prazo na proteção renal, a eficácia do eculizumab na fase aguda e em desfechos neurológicos não é consistentemente demonstrada. Os estudos são frequentemente limitados por viés de indicação e pequeno tamanho amostral. Diante do elevado custo e incertezas científicas, conclui-se que o eculizumab não deve ser uma terapia de primeira linha universal para STEC-HUS. Seu uso deve ser altamente individualizado, reservado a casos graves ou refratários com ativação do complemento confirmada, protocolos clínicos rigorosos, e testes genéticos. A necessidade de ensaios clínicos randomizados e multicêntricos é premente para definir o subgrupo de pacientes pediátricos com STEC-HUS que realmente se beneficiaria dessa terapia, pavimentando o caminho para políticas de saúde baseadas em evidências sólidas no Brasil.
dc.identifier.citationRAMOS, Gustavo Almeida et al. The role of eculuzimab in the prognosis of shiga toxin-associated hemolytic-uremic syndrome in children: a literature review. Aracê: direitos humanos em revista, São José dos Pinhais, v. 7, n. 11, p. 1-11, 2025. DOI: 10.56238/arev7n11-122. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/9909. Acesso em: 30 abr. 2026.
dc.identifier.doi10.56238/arev7n11-122
dc.identifier.issn2358-2472
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30228
dc.language.isoeng
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentInstituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectHemolytic-uremic syndrome
dc.subjectShiga toxin
dc.subjectEculizumab
dc.subjectPediatrics
dc.subjectPrognosis
dc.subjectSíndrome Hemolítico-Urêmica
dc.subjectToxina Shiga
dc.subjectEculizumab
dc.subjectPediatria
dc.subjectPrognóstico
dc.subjectSíndrome hemolítico-urêmico
dc.subjectToxina Shiga
dc.subjectEculizumab
dc.subjectPediatria
dc.subjectPrognóstico
dc.titleThe role of eculuzimab in the prognosis of shiga toxin- associated hemolytic-uremic syndrome in children: a literature review
dc.title.alternativeO papel do eculuzimab no prognóstico da síndrome hemolítico-urêmica associada à toxina shiga em crianças: uma revisão de literatura
dc.title.alternativeEl papel de eculuzimab en el pronóstico del síndrome hemolítico-urêmico asociado a la toxina shiga en niños: uma revisión de la literatura
dc.typeArtigo

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