Análise interseccional da vulnerabilidade social de pessoas com diferenças no intervalo entre o diagnóstico e o tratamento do câncer de boca: estudo transversal, Brasil, 2011-2020

dc.creatorAlencar, João Victor Alves
dc.creatorCarvalho, Davi Peixoto Craveiro
dc.creatorUmeno, Hebert Garcia
dc.creatorFrança, Mary Anne de Souza Alves
dc.creatorAzevedo, Monarko Nunes de
dc.date.accessioned2026-07-21T19:12:10Z
dc.date.available2026-07-21T19:12:10Z
dc.date.issued2025
dc.description.resumoObjetivo: Verificar a associação entre os perfis sociodemográficos de indivíduos com câncer de boca no Brasil e o intervalo entre diagnóstico e início do tratamento. Métodos: Estudo transversal dos casos notificados de câncer de boca no Brasil de 2011 a 2020, utilizando dados do Sistema de Informação de Registros Hospitalares de Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Sis-RHC/INCA). Os perfis sociodemográficos foram delineados por análise de aglomerados em duas etapas, e as associações foram estimadas por regressão logística multinomial, utilizando razão de chances (odds ratio, OR) e intervalos de confiança de 95% (IC95%). Resultados: A amostra incluiu 25.169 casos diagnosticados entre 2011 e 2020, delineando quatro perfis distintos: A) homens, 40-79 anos, brancos, com escolaridade menor que 8 anos, do Sul e casados; B) homens, 40-79 anos, negros, com escolaridade de 8 anos, do Nordeste e casados; C) homens, 40-79 anos, negros, com escolaridade menor que 8 anos, do Nordeste e casados; D) mulheres, 40- 79 anos, negras, com escolaridade menor que 8 anos, do Sudeste e viúvas. Comparados ao perfil D, A apresentou razão de chances 61,5% menor de iniciar o tratamento com intervalo ≥91 dias (OR 0,38; IC95% 0,26; 0,55), B teve razão de chances 50,0% menor (OR 0,50; IC95% 0,32; 0,77), e C teve razão de chances 35,4% menor (OR 0,64; IC95% 0,45; 0,92). Conclusão: Existem diferenças significativas na forma como diferentes grupos sociodemográficos iniciam o tratamento para câncer de boca.
dc.identifier.citationALENCAR, João Victor Alves et al. Análise interseccional da vulnerabilidade social de pessoas com diferenças no intervalo entre o diagnóstico e o tratamento do câncer de boca: estudo transversal, Brasil, 2011-2020. Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 34, e20240849, 2025. DOI: 10.1590/S2237-96222025v34e20240849.en. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/ress/2025.v34/e20240849/. Acesso em: 10 jul. 2026.
dc.identifier.doi10.1590/S2237-96222025v34e20240849.en
dc.identifier.issn1679-4974
dc.identifier.issne- 2237-9622
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/31100
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentInstituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RMG)
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectNeoplasias Bucais
dc.subjectDiagnóstico
dc.subjectTerapêutica
dc.subjectVulnerabilidade Social
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subject.ODS3 - Saúde e bem-estar
dc.titleAnálise interseccional da vulnerabilidade social de pessoas com diferenças no intervalo entre o diagnóstico e o tratamento do câncer de boca: estudo transversal, Brasil, 2011-2020
dc.typeArtigo

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