Risco sistemático das companhias abertas brasileiras internacionalizadas: uma pesquisa exploratória

dc.contributor.advisor1Borges Junior, Dermeval Martins
dc.contributor.referee1Borges Junior, Dermeval Martins
dc.contributor.referee1Zanolla, Ercilio
dc.contributor.referee1Machado, Lúcio de Souza
dc.creatorMoraes, Vitória do Carmo de
dc.date.accessioned2026-06-16T10:15:41Z
dc.date.available2026-06-16T10:15:41Z
dc.date.issued2025-11-25
dc.description.abstractThis research examines the risk of stocks issued by Brazilian internationalized companies. The sample comprises 283 publicly traded firms, with data collected in March 2025. Risk was measured by the beta coefficient of the CAPM, while internationalization was treated as a dichotomous variable based on the multinational ranking of Fundação Dom Cabral. The analyses involved descriptive statistics and the nonparametric Mann-Whitney test. The results indicate that internationalization is not statistically significantly associated with systematic risk. It is noteworthy that the findings should be interpreted with caution, given the limited number of internationalized firms and the cross-sectional design, which does not allow generalizations beyond the analyzed sample. For management and investors, this implies that internationalization status should not be used as the sole proxy for risk, and that the analysis must integrate financial and contextual metrics specific to the firm and the industry.
dc.description.resumoEsta pesquisa examina o risco das ações de empresas brasileiras internacionalizadas. A amostra compreende 283 companhias abertas com dados coletados em março de 2025. O risco foi mensurado pelo coeficiente beta do CAPM, enquanto a internacionalização foi tratada como variável dicotômica a partir do ranking de multinacionais da Fundação Dom Cabral. As análises envolveram estatísticas descritivas e teste não paramétrico de Mann-Whitney. Os resultados indicam que a internacionalização não está associada, de forma estatisticamente significativa, ao risco sistemático. Ressalta-se que os achados devem ser interpretados com cautela, devido ao número reduzido de empresas internacionalizadas e ao desenho transversal, que não permite generalizações além da amostra analisada. Para a gestão e para investidores, isso implica que o status de internacionalização não deve ser utilizado como proxy única de risco, de modo que a análise precisa integrar métricas financeiras e contextuais específicas da firma e do setor.
dc.identifier.citationMORAES, Vitória do Carmo de. Risco sistemático das companhias abertas brasileiras internacionalizadas: uma pesquisa exploratória. 2025. 26f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Contábeis) - Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30699
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseCiências Contábeis (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas - FACE (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectRisco
dc.subjectInternacionalização
dc.subjectMercado brasileiro
dc.subjectRisk
dc.subjectInternationalization
dc.subjectBrazilian market
dc.titleRisco sistemático das companhias abertas brasileiras internacionalizadas: uma pesquisa exploratória
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TCCG - Ciências Contábeis - Vitória do Carmo de Moraes - 2025.pdf
Tamanho:
1.07 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do Pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: