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dc.creatorBorges, Lígia Miranda Ferreira-
dc.creatorRibeiro, Múcio Flávio Barbosa-
dc.creatorBicalho, Kelly Alves-
dc.creatorFerreira, Fabiene-
dc.date.accessioned2017-12-13T12:08:15Z-
dc.date.available2017-12-13T12:08:15Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationBORGES, Lígia M. F.; RIBEIRO, Múcio F. B.; BICALHO, Kelly A.; FERREIRA, Fabiene. Estudo das fóveas dorsais de ninfas e adultos de quatro espécies de carrapatos (Acari: Ixodidae) por microscopia eletrônica de varredura. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, Jaboticabal, v. 15, n. 3, p. 89-96, 2006.pt_BR
dc.identifier.issn0103-846X-
dc.identifier.issne- 1984-2961-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/13164-
dc.description.abstractThe foveae dorsalis, the external opening of the sex pheromone 2,6-dichlorophenol producer gland, of Amblyomma cajennense, Dermacentor nitens, Rhipicephalus (Boophilus) microplus and Rhipicephalus sanguineus was studied with scanning electron microscopy. At least three specimens from each stage: unfed larvae, nymphs, females and males, and females fed for 4 to 6 days were examined. The foveae dorsales were not observed in larvae and R. (B.) microplus males. The foveae dorsales were observed as paired depressions, below the scutum in nymphs and females. In males they appeared as paired subtle elevations, located 2/3 of the way along the idiosoma. Generally the larger structures with a higher number of pores were observed in A. cajennense. Males and nymphs showed foveae dorsales of similar sizes but smaller than those of females. After feeding, secretions were observed in D. nitens and A. cajennense foveae dorsalis. In R. sanguineus and R. (B.) microplus this kind of secretion was not observed. An attempt to connect the appearance of foveae dorsalis with the role of 2,6-dichlorophenol in tick copula has been made. The occurrence of D. nitens females with three foveae dorsales was described.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAmblyomma cajennensept_BR
dc.subjectDermacentor nitenspt_BR
dc.subjectRhipicephalus (Boophilus) micropluspt_BR
dc.subjectRhipicephalus sanguineuspt_BR
dc.subjectFóvea dorsalpt_BR
dc.subjectFoveae dorsalispt_BR
dc.titleEstudo das fóveas dorsais de ninfas e adultos de quatro espécies de carrapatos (Acari: Ixodidae) por microscopia eletrônica de varredurapt_BR
dc.title.alternativeStudy of foveae dorsales of nymphs and adults of four species of ticks (Acari: Ixodidae) by Scanning Electron Microscopypt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoEstudo das fóvea dorsal, abertura da glândula produtora do feromônio sexual 2,6-diclorofenol, de Amblyomma cajennense, Dermacentor nitens, Rhipicephalus (Boophilus microplus) e Rhipicephalus sanguineus foi estudada através de microscopia eletrônica de varredura. Foram examinados pelo menos três indivíduos de cada um dos seguintes estádios: larvas, ninfas, machos e fêmeas não alimentadas e fêmeas alimentadas por quatro a seis dias em coelhos. As fóveas dorsais não foram observadas nas larvas das espécies estudadas, nem em machos de R. (B.) microplus. Nas ninfas e fêmeas elas foram observadas como depressões pareadas, localizadas abaixo do escudo. Nos machos elas se localizavam a 2/3 do início do idiossoma e não eram tão evidentes quanto nas fêmeas. Geralmente, as maiores estruturas e com maior número de poros foram observadas em A. cajennense. Machos e ninfas apresentaram as fóveas dorsais menores e com menos poros do que as fêmeas. Após a alimentação as fóveas dorsais de D. nitens e A. cajennense apresentavam secreções, enquanto em R. sanguineus e R. (B.). microplus esta alteração não foi observada. Foi feita uma abordagem tentando associar o aspecto da fóvea dorsal após a alimentação e o papel do 2,6-diclorofenol na cópula do carrapato. Foi descrita, pela primeira vez, a ocorrência de três fóveas dorsais em fêmeas de D. nitens.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Veterinária e Zootecnia - EVZ (RG)pt_BR
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