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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Adriana Sebba Barroso de-
dc.creatorSouza, Weimar Kunz Sebba Barroso-
dc.creatorCosta, Sandra de Araujo-
dc.creatorFreitas, Elis Marra de Moreira-
dc.creatorCarvalho, Gustavo-
dc.creatorSá, Luís Antônio Batista-
dc.creatorRassi, Salvador-
dc.date.accessioned2020-01-27T10:26:55Z-
dc.date.available2020-01-27T10:26:55Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationBARROSO, Adriana Sebba Barroso de et al. Incidência de arritmias ventriculares após terapia celular em pacientes com cardiomiopatia chagásica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Rio de Janeiro, v. 102, n. 5, p. 489-494, 2014.pt_BR
dc.identifier.issn0066-782X-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/18561-
dc.description.abstractBackground: Treatment with stem cells in several cardiomyopathies may be related to the increase in arrhythmias. Objectives: To determine whether intracoronary injection of stem cells in patients with Chagas cardiomyopathy is associated with increased incidence of ventricular arrhythmias, compared to the Control Group. Methods: A retrospective cohort study that evaluated the medical records of 60 patients who participated in a previous cross-sectional study. The following data were collected: age, gender, drugs used and Holter variables that demonstrated the presence of arrhythmias. Holter was performed in four stages: randomization, 2, 6 and 12 months segments. The Control Group received medical treatment and intracoronary injection of placebo and the Study Group had drug treatment and autologous stem cell implant. Results: There was no difference between Control Group and Study Group when analyzing the arrhythmia criteria. In the intra-group analysis, significant difference was found between the Holter tests of the Study Group for the variable total ventricular premature beats when compared with baseline, with p = 0.014 between Holter at randomization and Holter at 2 months, p = 0.004 between Holter at randomization and Holter at 6 months, and p = 0.014 between Holter at randomization and Holter at 12 months. The variable non-sustained ventricular tachycardia between Holter at randomization and Holter at 6 months showed p = 0.036. Conclusion: The intracoronary injection of stem cells did not increase the incidence of ventricular arrhythmias in patients with Chagas cardiomyopathy compared to the Control Group.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectArritmias cardíacaspt_BR
dc.subjectCardiomiopatia chagásicapt_BR
dc.subjectTransplante de células-troncopt_BR
dc.subjectArrhythmiaspt_BR
dc.subjectCardiacpt_BR
dc.subjectChagas cardiomyopathypt_BR
dc.subjectStem cell transplantationpt_BR
dc.titleIncidência de arritmias ventriculares após terapia celular em pacientes com cardiomiopatia chagásicapt_BR
dc.title.alternativeIncidence of ventricular arrhythmias after stem cell therapy in patients with chagas cardiomyopathypt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoFundamento: O tratamento com células-tronco nas diversas cardiomiopatias pode estar relacionado ao aumento nas arritmias. Objetivos: Determinar se a injeção intracoronária de células-tronco em portadores de cardiomiopatia chagásica está associada ao aumento da incidência de arritmias ventriculares, comparado ao Grupo Controle. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo, que avaliou o prontuário de 60 pacientes que participaram de estudo transversal anterior. Foram coletados os seguintes dados: idade, sexo, medicamentos utilizados e variáveis do Holter, que demonstraram presença de arritmia complexa. O Holter foi realizado em quatro momentos: randomização, 2, 6 e 12 meses de seguimento. O Grupo Controle recebeu tratamento medicamentoso e injeção intracoronaria de placebo e o Grupo Estudo tratamento medicamentoso e implante autólogo de células-tronco. Resultados: Não houve diferença entre os Grupos Controle e Estudo nos critérios de arritmia analisados. Na análise intragrupo, foi encontrada diferença com significância entre os exames de Holter do Grupo Estudo na variável total de extrassístoles ventriculares comparada à basal, sendo entre de p = 0,014 entre Holter na randomização e Holter aos 2 meses, p = 0,004 entre Holter na randomização e Holter aos 6 meses, e p = 0,014 entre Holter na randomização e Holter aos 12 meses. A variável taquicardia ventricular não sustentada entre Holter na randomização e Holter aos 6 meses apresentou p = 0,036. Conclusão: A injeção intracoronária de células-tronco não aumentou a incidência de arritmia ventricular complexa em pacientes com cardiomiopatia chagásica, comparada ao Grupo Controle.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.identifier.doi10.5935/abc.20140053-
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RG)pt_BR
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