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Campo DCValorIdioma
dc.creatorAraujo, Francisco Anilton Alves-
dc.creatorLima, Pedro Cerqueira-
dc.creatorAndrade, Maria Auxiliadora-
dc.creatorJayme, Valéria de Sá-
dc.creatorRamos, Daniel Garkauskas-
dc.creatorSilveira, Silvio Lucena da-
dc.date.accessioned2013-05-15T20:03:49Z-
dc.date.available2013-05-15T20:03:49Z-
dc.date.issued2012-03-
dc.identifier.citationARAUJO, F. A. A.; LIMA, P. C.; ANDRADE, M. A.; JAYME, V. de S.; RAMOS, D.G.; SILVEIRA, S. L. da. Soroprevalência de anticorpos “anti-arbovírus” de importância em saúde pública em aves selvagens, Brasil – 2007 e 2008 . Ciência Animal Brasileira, Goiânia, v. 13, n. 1, jan./mar. 2012. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/vet/article/view/16834>.pt_BR
dc.identifier.issne- 1089-6891-
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/355-
dc.descriptionv. 13, n. 1, p. 115-123, jan./mar.2012.pt_BR
dc.description.abstractObjetivou-se determinar a prevalência de anticorpos inibidores da hemaglutinação para os arbovírus em aves selvagens em dois inquéritos sorológicos realizados entre abril e maio de 2007 e de 2008, em Salinópolis/PA. Foram capturadas 544 aves de 17 espécies diferentes, sendo nove residentes e oito migratórias, com uma taxa de coleta de sangue para isolamento de vírus de 64,3% (350/544) e para a realização do teste sorológico de inibição por hemaglutinação de 17,4% (95/544). Das aves que tiveram sangue colhido para isolamento não se conseguiu isolar nenhum vírus. Dos 95 soros nos quais foi realizado o teste de inibição de hemaglutinação, 14,7% foram reagentes para alfavírus, 9,5% para flavivírus e 7,4% para bunyavírus. Do total de reações positivas, 84,9% foram em aves migratórias e 15,1% em residentes. A proporção de aves positivas no teste, dentre as migratórias, foi de 31,5%, enquanto que nas residentes foi 18,2%, sem diferença estatisticamente significativa quando comparadas à proporção de aves positivas e o status da ave (p>0,05). Para os alfavírus, a espécie Pluvialis squatarola apresentou 28,6% de positividade, seguido da Arenaria interpres com 11,8%. Para os flavivírus, somente as espécies Sterna superciliares e a Calidris pusilla foram sorologicamente reagentes. Considerando os bunyavírus, a Arenaria interpres foi reagente em 5,9% para o vírus Oropouche. As aves migratórias demonstraram ser importantes amplificadores dos arbovírus pesquisados, embora os vírus não tenham sido isolados. Algumas espécies de aves têm maior capacidade de amplificação de alguns arbovírus do que outras. O isolamento do vírus a partir do sangue de aves selvagens é difícil, pois depende da colheita do sangue durante a fase de viremia. _______________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT _______________________________________________________________________________________________________________________ The objective of this study was to determine the prevalence of hemagglutination-inhibition antibodies against arboviruses in wild birds in two serological surveys conducted in Salinopólis/Para State. A total of 544 birds of 17 species were captured, being nine resident and eight migratory. Blood was collected from 350 birds for virus isolation, but no virus was isolated. Of the 95 sera in which the hemagglutination inhibition test was performed, 14.7% were reactive to alphavirus, 9.5% to flavivirus and 7.4% to bunyavirus. Of the positive reactions, 84.9% occurred in migratory birds and 15.1% i resident birds. The proportions of positive reactions to the test among migratory and resident birds were 31.5% and 18.2%, respectively, which was not statistically different (p> 0.05). For alphaviruses, the species Pluvialis squatarola showed 28.6% positivity, followed by 11.8% in Arenaria interpres. For flaviviruses, only the species Sterna superciliares and Calidris pusilla were reactive to the hemagglutination inhibition test. Regarding the bunyavírus, the Arenaria interpres was 5.9% positive for the Oropouche virus. Migratory birds have proved to be important amplifiers of the arboviruses surveyed, although no viruses were isolated. Some bird species have greater amplification capacity of certain arboviruses than others. Virus isolation in wild birds is difficult, in view of the need of blood sampling in animals within the viremic period.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES/CNPq; Programa de Apoio às Publicações Periódicas Científicas (PROAPUPEC) da UFGpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherJosé Henrique Stringhinipt_BR
dc.subjectArbovirosespt_BR
dc.subjectAves migratórias;pt_BR
dc.subjectInfecçãopt_BR
dc.titleSoroprevalência de anticorpos “anti-arbovírus” de importância em saúde pública em aves selvagens, Brasil – 2007 e 2008pt_BR
dc.title.alternativeSeroprevalence of antibodies to arboviruses of public health importance in wild birds, Brazil - 2007 and 2008pt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.publisher.departmentEscola de Veterinária e Zootecnia - EVZ (RG)pt_BR
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