Acompanhantes terapêuticas nas escolas: um estudo exploratório

dc.contributor.advisor1Araújo, Michell Pedruzzi Mendes
dc.contributor.referee1Araújo, Michell Pedruzzi Mendes
dc.contributor.referee1Soares, Valdete Teles Xavier
dc.contributor.referee1Silva, Raíssa Ellen Pereira da
dc.creatorMoura, Larissa Silva Soares de
dc.date.accessioned2026-03-24T14:28:03Z
dc.date.available2026-03-24T14:28:03Z
dc.date.issued2025-12-09
dc.description.abstractInclusive education in Brazil, strengthened by specific legislation, establishes the right to education for all students. In this context, the work of the Therapeutic Companion (TC) in schools has become an important alternative for the inclusion of children with Autism Spectrum Disorder (ASD). This study aimed to analyze the role of the TC in this process, investigating their daily practices, training, and the relationships they establish with the school team and families. This is a qualitative and exploratory research, whose analysis was guided by the Historical-Cultural Theory, which understands human development as an essentially social process mediated by culture. Data were collected through interviews with five therapeutic companions working in private schools in Goiânia and analyzed using content analysis. The results show that the TC plays a mediation role, facilitating the child's interaction with the school environment and promoting the development of social and cognitive skills. However, the data reveal a tension between two models of inclusion: one that seeks to transform the school environment to accommodate the student's uniqueness, and another, more common one, that expects the child to adapt to the school's pre-existing structures, constituting a superficial inclusion. The effectiveness of the TC's work proved to be directly dependent on the harmonious articulation between the clinic responsible for the child's care, the school itself, and the family. Among the main challenges identified are the lack of professional regulation, which generates ambiguity of functions, and the difficulty of integrating the TC into collective pedagogical planning. It is concluded that full school inclusion will only be achieved when there is a break with fragmented practices and the construction of a truly collaborative network among all agents involved in the child's educational process
dc.description.resumoA educação inclusiva no Brasil, consolidada por legislações específicas, estabelece o direito à educação para todos os estudantes. Neste cenário, a atuação da Acompanhante Terapêutica (at) nas escolas tem se mostrado uma alternativa para a inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Este trabalho teve como objetivo geral analisar o papel da at nesse processo, investigando suas práticas cotidianas, sua formação e as relações que estabelece com a equipe escolar e as famílias. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e exploratória, cuja análise foi orientada pela Teoria Histórico-Cultural, que entende o desenvolvimento humano como um processo essencialmente social e mediado pela cultura. Os dados foram coletados por meio de entrevistas com cinco acompanhantes terapêuticas atuantes em escolas privadas de Goiânia e analisados mediante análise de conteúdo. Os resultados demonstram que a at exerce uma função de mediação, facilitando a interação da criança com o ambiente escolar e promovendo o desenvolvimento de habilidades sociais e cognitivas. Contudo, os dados revelam uma tensão entre dois modelos de inclusão: um que busca transformar o ambiente escolar para acolher a singularidade do aluno, e outro, mais comum, que espera que a criança se adapte às estruturas pré-existentes da escola, configurando uma inclusão superficial. A eficácia do trabalho da at mostrou-se diretamente dependente da articulação harmoniosa entre a clínica responsável pelo atendimento da criança, a própria escola e a família. Entre os principais desafios identificados estão a falta de regulamentação da profissão, que gera ambiguidade de funções, e a dificuldade de integração da at no planejamento pedagógico coletivo. Conclui-se que só se realizará uma inclusão escolar plena quando houver uma ruptura com práticas fragmentadas e a construção de uma rede colaborativa verdadeira entre todos os agentes envolvidos no processo educativo da criança
dc.identifier.citationMOURA, Larissa Silva Soares de. Acompanhantes terapêuticas nas escolas: um estudo exploratório. 2025. 35 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em pedagogia) – Faculdade de Educação. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29866
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.coursePedagogia (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Educação - FE (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectAcompanhante terapêutica
dc.subjectInclusão escolar
dc.subjectTranstorno do espectro autista
dc.subjectTeoria histórico-cultural
dc.subjectMediação
dc.subjectTherapeutic companion
dc.subjectSchool inclusion
dc.subjectAutism spectrum disorder
dc.subjectHistorical-cultural theory
dc.subjectMediation
dc.titleAcompanhantes terapêuticas nas escolas: um estudo exploratório
dc.title.alternativeTerapeutic companions in schools: an exploratory study
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

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