E se ela não ouvir nada? Saúde feminina e surdez como lugar de exclusão: uma revisão integrativa

dc.creatorTomé, Carlos Antônio Martins
dc.creatorGalvão, Marcus Vinicius Alves de
dc.creatorDuarte, Soraya Bianca Reis
dc.creatorSilva, Claudney Maria de Oliveira e
dc.creatorRodríguez Martín, Dolores
dc.creatorChaveiro, Neuma
dc.date.accessioned2026-05-14T11:15:59Z
dc.date.available2026-05-14T11:15:59Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractIntroducción: La salud de las mujeres sordas se caracteriza por múltiples vulnerabilidades que comprometen su acceso equitativo a los servicios, especialmente durante el ciclo reproductivo. Objetivo: Analizar la salud de las mujeres sordas, identificando las barreras que enfrentan para acceder a los servicios de salud. Metodología: Revisión bibliográfica integradora. Utilizando los descriptores “mujer sorda” y “lengua de signos”, sin restricciones de idioma ni de período. Se incluyeron estudios que abordaron la salud de las mujeres sordas que utilizan la lengua de signos y que abordaron las barreras de comunicación y la accesibilidad. De los 30 artículos recuperados, 11 cumplieron los criterios de elegibilidad. Resultados: Se organizaron en tres categorías: (1) Vulnerabilidad comunicativa: falta de profesionales con dominio de la lengua de signos, falta de intérpretes, tiempo limitado de consulta y uso de intermediarios no profesionales; (2) Vulnerabilidad informativa y educativa: falta de campañas accesibles, baja alfabetización en salud y conocimiento desigual sobre métodos anticonceptivos, exámenes preventivos y enfermedades crónicas; (3) Vulnerabilidad reproductiva y sistémica: inicio tardío de la atención prenatal, equipos de salud sin preparación, desconocimiento de la planificación familiar y oralismo persistente. Conclusión: Las mujeres sordas enfrentan barreras para acceder a los servicios de salud. Es fundamental implementar y monitorear políticas que garanticen la disponibilidad de intérpretes de lengua de signos, la capacitación continua en Libras para profesionales de la salud y materiales informativos accesibles. Estas medidas son esenciales para garantizar una atención humana acorde con los derechos lingüisticos y de salud de esta problacion. Palabras clave: Salud de la mujer; Lengua de signos; Sordera; Accesibilidad a los servicios de salud.
dc.description.abstractIntroduction: The health of Deaf women is shaped by intersecting vulnerabilities that hinder equitable access to healthcare services, particularly in the reproductive cycle. Objective: Examine the Deaf women health focusing on the barriers faced by in accessing healthcare. Methods: An integrative literature review. Database with the descriptors “deaf woman” and “sign language” (no language or date restrictions). Studies addressing the health of Deaf women sign language users and discussing communication barriers or accessibility were included. 11 articles met eligibility criteria out of 30 retrieved ones. Results: They were organized into three categories: (1) Communication barrier vulnerability – lack of healthcare providers fluent in sign language, absence of interpreters, limited consultation time and reliance on untrained intermediaries; (2) Informational and educational vulnerability – abscense of accessible health campaigns, low health literacy and disparities in knowledge about contraceptives, preventive screenings, and chronic diseases; (3) Reproductive and systemic vulnerability – delayed prenatal care initiation, unprepared medical staff, unawareness regarding family planning, and persistent oralism in healthcare settings. Conclusion: Deaf women face accessibility barriers in healthcare services. It is mandatory to implement and monitor policies that guarantee sign language interpreters in healthcare settings, continuous training in Libras for health providers and accessible health education materials. These measures are fundamental to guaranteeing person-centered healthcare delivery and aligned with linguistic rights and health equity standards for this population. Keywords: Women’s Health; Sign Language; Deafness; Health Services Accessibility.
dc.description.resumoA saúde de mulheres surdas é marcada por múltiplas vulnerabilidades que comprometem seu acesso equitativo aos serviços, especialmente no ciclo reprodutivo. Objetivo: Analisar a saúde da mulher surda, identificando as barreiras enfrentadas no acesso aos serviços de saúde. Metodologia: Revisão integrativa da literatura utilizando os descritores deaf woman and sign language, sem restrição de idioma ou período. Foram incluídos estudos que abordassem saúde de mulheres surdas usuárias de língua de sinais e discutissem barreiras comunicacionais e acessibilidade. Dos 30 artigos recuperados, 11 atenderam aos critérios de elegibilidade. Resultados: Foram organizadas em três categorias: (1) Vulnerabilidade comunicacional – ausência de profissionais fluentes em língua de sinais, falta de intérpretes, limitação de tempo de consulta e uso de intermediários leigos; (2) Vulnerabilidade informacional e educacional – ausência de campanhas acessíveis, baixo letramento em saúde e desigualdade no conhecimento sobre métodos contraceptivos, exames preventivos e doenças crônicas; (3) Vulnerabilidade reprodutiva e sistêmica – início tardio do pré-natal, despreparo das equipes, desconhecimento sobre planejamento familiar e persistência do oralismo. Conclusão: Mulheres surdas enfrentam barreiras de acessibilidade aos serviços de saúde. É fundamental implementar e fiscalizar políticas que garantam intérpretes de língua de sinais, formação continuada em Libras para profissionais da saúde e materiais informativos acessíveis. Essas medidas são essenciais para assegurar um atendimento humanizado e alinhado aos direitos linguísticos e de saúde dessa população. Palavras-chave: Saúde da Mulher; Língua de Sinais; Surdez; Acessibilidade aos Serviços de Saúde.
dc.identifier.citationTOME, Carlos Antônio Martins et al. E se ela não ouvir nada? Saúde feminina e surdez como lugar de exclusão: uma revisão integrativa. Distúrbios da Comunicação, São Paulo, v. 38, n. 1, e73157, 2026. DOI: 10.23925/2176-2724.2026v38i1e73157. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/73157. Acesso em: 12 maio 2026.
dc.identifier.doi10.23925/2176-2724.2026v38i1e73157
dc.identifier.issn0102-762X
dc.identifier.issne- 2176-2724
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30370
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras - FL (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectSaúde da mulher
dc.subjectLíngua de sinais
dc.subjectSurdez
dc.subjectAcessibilidade aos serviços de saúde
dc.subjectWomen’s health
dc.subjectSign language
dc.subjectDeafness
dc.subjectHealth services accessibility
dc.subjectSalud de la mujer
dc.subjectLengua de signos
dc.subjectSordera
dc.subjectAccesibilidad a los servicios de salud
dc.titleE se ela não ouvir nada? Saúde feminina e surdez como lugar de exclusão: uma revisão integrativa
dc.title.alternativeWhat if she hears nothing at all? Women’s health and deafness as a site of exclusion: an integrative review
dc.title.alternative¿Y si ella no puede oir nada? Salud femenina y sordera como lugar de exclusión: una revisión integrativa
dc.typeArtigo

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