Olhares de Maria: histórias que se encontram no ensino de artes visuais

dc.contributor.advisor1Santos, Noeli Batista dos
dc.contributor.referee1Santos, Noeli Batista dos
dc.contributor.referee1Abreu, Carla Luzia
dc.contributor.referee1Santos, Lucivânia Pereira
dc.creatorCarrijo, Geovanna Beatriz Teixeira
dc.date.accessioned2026-01-12T14:53:27Z
dc.date.available2026-01-12T14:53:27Z
dc.date.issued2025-12-03
dc.description.abstractEste estudio tuvo como objetivo comprender cómo la identificación de los estudiantes con los contenidos y las asignaturas, específicamente las Artes Visuales, puede influir y enriquecer sus prácticas docentes cotidianas, así como la manera en que la educación popular y las artes visuales pueden servir como medios para potenciar este aprendizaje. También buscó analizar cómo se ha manifestado la diversidad en el currículo y en qué medida se ha consolidado, especialmente en lo que respecta a la presencia de las artes y las narrativas visuales en los documentos oficiales. A partir del análisis de la implementación de las Leyes N° 10.639/2003 y 11.645/2008, se observó la influencia de la hegemonía en el área de Educación Religiosa y la recurrente devaluación del Arte, cuyos contenidos, en algunos contextos, se han desplazado a otros componentes curriculares, lo que termina por menoscabar su potencial crítico, creativo y reflexivo. La metodología adoptada fue cualitativa, centrada en historias de vida, especialmente la de María Marcolina, mi abuela, figura fundamental en la constitución de mis percepciones estéticas y formativas. Los pasos metodológicos incluyeron entrevistas con María Marcolina, análisis de los componentes y áreas del Currículo Nacional Común Básico (BNCC) y las Directrices Curriculares para la Enseñanza y la Comunicación (DCGO), y un estudio de los aspectos visuales presentes en la vida cotidiana. A partir de estos análisis, el estudio propone una reflexión sobre la necesidad de una educación más humanizada y sensible, que resista el carácter tecnocrático hegemónico aún presente en las escuelas y reconozca el arte, la diversidad y los aspectos visuales como ámbitos legítimos y necesarios para una educación crítica. Las leyes que garantizan la enseñanza obligatoria de la historia y la cultura de los pueblos indígenas, afrobrasileños y africanos muestran avances, pero aún requieren mejoras y mayor efectividad en la vida escolar diaria.
dc.description.resumoEste estudo objetivou compreender como as identificações dos alunos com os conteúdos e com as disciplinas, aqui especificamente as Artes Visuais, podem influenciar e enriquecer seus cotidianos docentes, bem como de que maneira o ensino popular e as visualidades podem atuar como meios para potencializar essas aprendizagens. Buscou-se também analisar como a diversidade tem aparecido no currículo e em que medida vem sendo consolidada, especialmente no que se refere à presença das artes e das narrativas visuais nos documentos oficiais. Com base na análise das implementações das Leis nº. 10.639/2003 e 11.645/2008, observou-se a influência da hegemonia na área de Ensino Religioso e a recorrente desvalorização da Arte, cujos conteúdos têm sido, em alguns contextos, deslocados para outros componentes curriculares, o que acaba por minar seu potencial crítico, criativo e reflexivo. A metodologia adotada foi qualitativa, centrada nas histórias de vida, especialmente na de Maria Marcolina, minha avó, figura fundamental na constituição de minhas percepções estéticas e formativas. As etapas metodológicas compreenderam entrevistas com Maria Marcolina, análise dos componentes e áreas da BNCC e do DCGO e estudo das visualidades presentes no cotidiano. A partir dessas análises, o estudo propõe uma reflexão sobre a necessidade de uma educação mais humanizada e sensível, que resista ao caráter hegemônico tecnicista ainda presente nas escolas e reconheça a arte, a diversidade e as visualidades como campos legítimos e necessários para uma formação crítica. As leis que asseguram a obrigatoriedade do ensino da história e cultura dos povos indígenas, afro-brasileiros e africanos revelam avanços, mas ainda demandam aprimoramento e efetividade no cotidiano escolar.
dc.identifier.citationCARRIJO, Geovanna Beatriz Teixeira. Olhares de Maria: histórias que se encontram no ensino de artes visuais. 2025. 60 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Artes Visuais) - Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29359
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseArtes Visuais (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Artes Visuais - FAV (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectEnsino de artes visuais
dc.subjectFormação docente
dc.subjectHistórias de vida
dc.subjectDecolonial
dc.subjectBNCC
dc.subjectEducación en artes visuales
dc.subjectFormación docente
dc.subjectHistorias de vida
dc.subjectDecolonialismo
dc.subjectBNCC
dc.titleOlhares de Maria: histórias que se encontram no ensino de artes visuais
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TCCG - Artes Visuais - Geovanna Beatriz Teixeira Carrijo - 2025.pdf
Tamanho:
8.31 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do Pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: