Jardins terapêuticos e sua contribuição para o desenvolvimento de crianças autistas

dc.contributor.advisor-co1Pires, Larissa Leandro
dc.contributor.advisor1Roriz Júnior, Laudemiro
dc.contributor.referee1Roriz Júnior, Laudemiro
dc.contributor.referee1Carvalho, Maria Luiza de Ulhôa
dc.contributor.referee1Silva, Viviane de Sousa Cruz e
dc.creatorSilva, Larissa Araujo
dc.creatorRibeiro, Raphaela Alves
dc.date.accessioned2026-06-16T13:40:29Z
dc.date.available2026-06-16T13:40:29Z
dc.date.issued2025-12-12
dc.description.abstractThis work aimed to propose a therapeutic garden project for Parque Areião in Goiânia, GO, designed for children and individuals with Autism Spectrum Disorder (ASD), using selected and already existing therapies. This will allow an analysis of how therapeutic gardens can function as supportive spaces for the sensory, emotional, cognitive, and social development of children with ASD. Considering the complexity of the individual needs of autistic children, especially their sensitivity to stimuli in the physical environment, this study proposes the application of gardens as a therapeutic tool. After an extensive literature review, the main characteristics of ASD were investigated, along with the sensory challenges faced by this population and the direct impact of the environment on behavioral, emotional, and learning responses. The most commonly used therapies today are addressed, such as Applied Behavior Analysis (ABA), Cognitive-Behavioral Therapy (CBT), and the Picture Exchange Communication System (PECS), as well as how the physical space can enhance or hinder the effects of these interventions. Based on principles of sensory architecture, environmental psychology, and universal design, this work establishes specific design guidelines for spaces aimed at children with ASD, highlighting the importance of elements such as natural light, soft colors, ventilation, textures, spatial organization, and controlled stimuli. The concept of “autism-friendly design” is studied as a foundation for creating inclusive and functional environments. Thus, the study concluded that therapeutic gardens, when designed with intentionality and sensitivity to neurodiverse needs, have the potential to promote well-being, safety, social integration, and autonomy, becoming an important complementary tool in the care of children on the autism spectrum. Furthermore, the social and educational relevance of these spaces is emphasized, encouraging the development of more humanized and inclusive landscape projects in school, urban, and residential contexts.
dc.description.resumoEste trabalho objetivou propor um projeto de jardim terapêutico para o Parque Areião em Goiânia, GO, para crianças e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), usando terapias selecionadas e já existentes. Isto permitirá analisar de que forma os jardins terapêuticos podem atuar como espaços de apoio ao desenvolvimento sensorial, emocional, cognitivo e social de crianças com TEA. Observando a complexidade das necessidades individuais de crianças autistas, principalmente na sensibilidade a estímulos do ambiente físico, este estudo propõe a aplicação dos jardins como ferramenta terapêutica. Após uma ampla revisão bibliográfica, foram investigadas as principais características do TEA, os desafios sensoriais enfrentados por esse público e qual o impacto direto do ambiente na resposta comportamental, emocional e no aprendizado. São abordadas as terapias mais utilizadas atualmente, como Análise Comportamental Aplicada (ABA), Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Sistema de Comunicação por Troca de Figuras (PECS), e como o espaço físico pode potencializar ou dificultar os efeitos dessas intervenções. Com base em princípios da arquitetura sensorial, psicologia ambiental e design universal, este trabalho coloca diretrizes projetuais específicas para espaços voltados ao público infantil com TEA, destacando a importância de elementos como luz natural, cores suaves, ventilação, texturas, organização espacial e estímulos controlados. O conceito de “autism-friendly design” é estudado como base para a criação de ambientes inclusivos e funcionais. Assim, o estudo concluiu-se que os jardins terapêuticos, quando projetados com intencionalidade e sensibilidade às necessidades neuro diversas, obtém o potencial de promover bem-estar, segurança, integração social e autonomia, tornando-se uma importante ferramenta complementar no cuidado com crianças com espectro autista. Ademais, destaca-se a relevância social e educacional desses espaços, incentivando o desenvolvimento de projetos paisagísticos mais humanizados e inclusivos em contextos escolares, urbanos e residenciais.
dc.identifier.citationSILVA, Larissa Araujo; RIBEIRO, Raphaela Alves. Jardins terapêuticos e sua contribuição para o desenvolvimento de crianças autistas. 2025. 105 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Design de Ambientes) - Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30701
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseDesign de Ambientes (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Artes Visuais - FAV (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectTranstorno do espectro autista
dc.subjectDesenvolvimento infantil
dc.subjectArquitetura sensorial
dc.subjectPaisagismo inclusivo
dc.subjectDesign inclusivo
dc.subjectAutism spectrum disorder
dc.subjectChild development
dc.subjectSensory architecture
dc.subjectInclusive landscaping
dc.subjectInclusive design
dc.titleJardins terapêuticos e sua contribuição para o desenvolvimento de crianças autistas
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

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