Quando a química fala em sinais: diálogos e sentidos na educação de surdos

dc.creatorPereira, Lidiane de Lemos Soares
dc.creatorSouza, Thalita Costa Curado
dc.creatorBenite, Anna Maria Canavarro
dc.date.accessioned2026-07-06T14:53:43Z
dc.date.available2026-07-06T14:53:43Z
dc.date.issued2025-12
dc.description.abstractThis article discusses the development of chemical concepts by deaf students in a bilingual classroom, grounded in the contributions of Vygotsky and Bakhtin. The research, of a participatory nature, was carried out at the Federal Institute of Goiás during an extension course that included experimental activities organized in a didactic sequence with eight pedagogical interventions (PIs). The analyses focused on teaching episodes from PI3, highlighting the role of the Libras/Portuguese Translator and Interpreter (TILP) in mediating knowledge. Results show that the TILP does not merely pro-vide literal translation, but intervenes in the negotiation of meanings and senses, which can either facilitate or hinder conceptual construction, particularly when using signs that contradict the scientific concept. It is concluded that the inclusion of deaf students in Science/Chemistry education requires collaborative pedagogical practices between teach-er and TILP, as well as critical reflection on the use of signs that foster dialogical and equitable teaching.
dc.description.resumoEste artigo discute a elaboração de conceitos químicos por estudantes surdos em sala de aula bilíngue, fundamentando-se nas contribuições de Vigotski e Bakhtin. A pesquisa, de caráter participante, foi realizada no Instituto Federal de Goiás durante um curso de extensão que envolveu atividades experimentais organizadas em uma sequência didática com oito intervenções pedagógicas (IP). As análises concentraram-se em episódios de ensino da IP3, destacando o papel do Tradutor e Intérprete de Libras/Português (TILP) na intermediação do conhecimento. Os resultados evidenciam que o TILP não atua apenas na tradução literal, mas interfere na negociação de significados e sentidos, podendo favorecer ou dificultar a construção conceitual, especialmente quando utiliza sinais que contradizem o conceito científico. Conclui-se que a inclusão de estudantes surdos no ensino de Ciências/Química exige práticas pedagógicas colaborativas entre professor e TILP, bem como reflexões sobre a utilização de sinais que permitem promover um ensino dialógico e equitativo.
dc.identifier.citationPEREIRA, Lidiane de Lemos Soares; SOUZA, Thalita Costa Curado; BENITE, Anna Maria Canavarro. Quando a química fala em sinais: diálogos e sentidos na educação de surdos. Revista Espaço, Rio de Janeiro, n. 63, p. 73-89, 2025. DOI: 10.20395/revesp.2025.63.1.73-89. Disponível em: https://seer.ines.gov.br/index.php/revista-espaco/article/view/1944. Acesso em: 29 maio 2026.
dc.identifier.doi10.20395/revesp.2025.63.1.73-89
dc.identifier.issne- 0103-7668
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30933
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentInstituto de Química - IQ (RMG)
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectSurdez
dc.subjectLibras
dc.subjectEnsino de Química
dc.subjectDeafness
dc.subjectBrazilian Sign Language
dc.subjectChemistry Teaching
dc.subject.ODS4 - Educação de qualidade
dc.titleQuando a química fala em sinais: diálogos e sentidos na educação de surdos
dc.title.alternativeWhen chemistry speaks in signs: dialogues and meanings in deaf education
dc.typeArtigo

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Artigo - Lidiane de Lemos Soares Pereira - 2025.pdf
Tamanho:
327.59 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format