Quando é arte? Algumas considerações sobre “modos de fazer mundos” pela performance artística

dc.contributor.advisor1Borges, Priscilla da Veiga
dc.contributor.referee1Borges, Priscilla da Veiga
dc.contributor.referee1Ribeiro, Silvio Carlos Marinho
dc.contributor.referee1Arruda, Renata Maria Santos
dc.creatorDel Matto, Isabel Cristina
dc.date.accessioned2026-01-12T11:20:08Z
dc.date.available2026-01-12T11:20:08Z
dc.date.issued2025-12-18
dc.description.abstractThe discussion about what art is is broad, exhaustive, and inconclusive in the uniqueness of its definition, and this breadth demonstrates the scope of its vastness in the line that runs from creation to perception. In this sense, our main objective is to delimit Goodman's proposal on the role of art in the essay When is it art?, included in the work Ways of Making Worlds, drawing a methodological parallel with Noéli Ramme's perspective on the importance of the public in the construction of aesthetic work, in the article Installation: a concept in Goodman's philosophy. In this excerpt, the focus will be on analyzing when the object becomes an aesthetic symbol, whether its aesthetic function is intrinsic to the object (a thesis defended by formalists and pu-rists in art), the symptoms of the aesthetic in the individualization of aesthetic objects, and the role of the public in this individualization. Through two authorial performances and the syste-matic collection of participants' reports, Goodman and Ramme's aesthetic and philosophical perspective was found to be the most correct. From these results, we can conclude that the aesthetic function of objects and the individualization of aesthetic objects occurs through aes-thetic language at the moment of interaction with the audience. It follows that aesthetic objects are not pre-existing or dependent on the subjectivity of the artist or the public. The public and artists are participants in a community of speakers who construct the aesthetic object from a system of symbols or aesthetic language. The collective construction of aesthetic objects is fol-lowed by the equally collective construction of versions of the world, which invalidates forma-list and purist theses about art and the role of art.
dc.description.resumoA discussão acerca do que é arte é ampla, exaustiva e inconclusiva na unicidade de sua definição e essa largueza demonstra o alcance de sua vastidão na linha que segue desde o criar até a quem apercebe. Nesse sentido, nosso principal objetivo é delimitar a proposta de Goodman sobre o papel da arte no ensaio “Quando é arte?”, inserido na obra Modos de Fazer Mundos, traçando um paralelo metodológico com a perspectiva de Noéli Ramme, sobre a importância do público na construção da obra estética, no artigo “Instauração: um conceito na filosofia de Goodman”. Nesse recorte o foco será analisar quando o objeto se torna um símbolo estético, se a função estética dele é intrínseca ao objeto (tese defendida por formalistas e puristas em arte), os sinto-mas do estético na individualização dos objetos estéticos e o papel do público nessa individua-lização. Através de duas performances autorais e a coleta sistematizada de relatos dos partici-pantes, verificou-se a perspectiva estética e filosófica de Goodman e Ramme como a mais cor-reta. A partir desses resultados podemos concluir que, a função estética dos objetos e a indivi-dualização dos objetos estéticos se dá pela linguagem estética no momento da interação com o público. Disso se segue que os objetos estéticos não são pré-existentes ou dependentes da sub-jetividade do artista ou do público. Público e artistas são partícipes de uma comunidade de falantes que constroem o objeto estético a partir de um sistema de símbolos ou linguagem esté-tica. Da construção coletiva dos objetos estéticos se segue a construção de igual modo coletiva de versões de mundo, o que inviabiliza as teses formalistas e puristas sobre a arte e o papel da arte.
dc.identifier.citationDEL MATTO, Isabel Cristina. Quando é arte? Algumas considerações sobre “modos de fazer mundos” pela performance artística. 2025. 63 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Filosofia) – Universidade Federal de Goiás, Unidade Acadêmica Especial de Ciências Humanas, Cidade de Goiás, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29355
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseFilosofia (CG)
dc.publisher.departmentUnidade Acadêmica Especial de Ciências Humanas (UAECH)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectArte
dc.subjectInstauração
dc.subjectConstrutivismo
dc.subjectArt
dc.subjectEstablishment
dc.subjectConstructivism
dc.titleQuando é arte? Algumas considerações sobre “modos de fazer mundos” pela performance artística
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

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