O não-lugar pode ser uma encruzilhada: pintura ritualística como acolhimento de si

dc.contributor.advisor-co1Oliveira, Dyana Rosa de
dc.contributor.advisor1Rodrigues, Manoela dos Anjos Afonso
dc.contributor.referee1Rodrigues, Manoela dos Anjos Afonso
dc.contributor.referee1Oliveira, Dyana Rosa de
dc.contributor.referee1Feitoza, Paulo Henrique Duarte
dc.contributor.referee1Inocêncio, Pedro Ivo Cipriano
dc.creatorSantos, Giovanna Santana
dc.date.accessioned2026-05-07T13:25:48Z
dc.date.available2026-05-07T13:25:48Z
dc.date.issued2022-04-06
dc.description.abstractThis art research focuses on understanding painting as a ritualistic practice of care of the self in Brazilian Afro-diasporic cultural context, specifically in the experience as a member of the Umbanda Terreiro Instituto Afro-indígena Brasileiro Guerreiros de Aruanda – IABGA. I argue that painting can become a ritualistic healing process within the denial of belonging to a place, be it social, cultural, ethnic-racial, religious, or other collective spaces of being. I seek to investigate my artistic practices that emerge from the terreiro practices and understand how images and visualities are presented concerning the ancestral knowledge of my spirituality. The methodology comprises artistic practice in painting associated with investigating orality, objects, and narratives present in personal archives, terreiro archives, and the bibliographic review of the themes and concepts involved. I depart from intersected crossings with the idea of crossroads to experience artistic practice as an act of offering. I invite thinkers and artists to discuss the key concepts that drive the practice, among them: Pedro Ivo Cipriano, Luiz Rufino, Conceição Evaristo, Kabengele Munanga, Mestre Didi, Renata Felinto, among others. Intersecting the poetics presented, I discuss the terreiro art associated with aquilombamento strategies and writing as a decolonial healing methodology. At the end of this investigation, I conclude that painting can become a ritualistic process through the crossroads painting, celebrating and honoring the crossings that make up the individuality of being, and using this practice as an offering of oneself.
dc.description.resumoEsta é uma pesquisa em artes visuais com o objetivo de compreender o fazer artístico da pintura como um processo ritualístico para o acolhimento de si, no contexto de vivência e cultura afro-diaspórica brasileira do terreiro de Umbanda Instituto Afro-indígena Brasileiro Guerreiros de Aruanda – IABGA no qual faço parte. A hipótese é, portanto, que a pintura pode se tornar um processo ritualístico de cura dentro do contexto de negação de pertencimento a um lugar, seja ele, social, cultural, étnico-racial, religioso e entre outros espaços coletivos de ser. Busco investigar as minhas práticas artísticas que emergem das práticas de terreiro e compreender como se apresentam estas imagens e visualidades em relação aos saberes ancestrais de minha própria espiritualidade. A metodologia utilizada é composta principalmente pela prática artística em pintura associada à investigação da oralidade, de objetos e relatos presentes em arquivo pessoal, arquivo de terreiro e pela revisão bibliográfica dos temas envolvidos. Parto de atravessamentos interseccionados com o conceito de encruzilhada para, então, experimentar a prática artística como ato de oferenda. Convoco pensadoras/es e artistas para dialogar sobre os conceitos-chave que movem a prática, dentre eles: Pedro Ivo Cipriano, Luiz Rufino, Conceição Evaristo, Kabengele Munanga, Mestre Didi, Renata Felinto e entre outros. Entrecruzando as poéticas apresentadas, discutindo sobre arte de terreiro e associando ao aquilombamento e escrevivência como metodologia decolonial de cura. Ao final desta investigação, concluo que a pintura pode se tornar um processo ritualístico através da pintura de encruzilhadas, celebrando e honrando os atravessamentos que compõem a individualidade do ser e utilizando esta prática como oferenda de si.
dc.identifier.citationSANTOS, Giovanna Santana. O não-lugar pode ser uma encruzilhada: pintura ritualística como acolhimento de si. 2022. 76 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Artes Visuais) - Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2022.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30290
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseArtes Visuais (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Artes Visuais - FAV (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectArte de terreiro
dc.subjectPintura
dc.subjectUmbanda
dc.subjectEncruzilhada
dc.subjectPintura ritualística
dc.subjectTerreiro art
dc.subjectPainting
dc.subjectUmbanda
dc.subjectCrossroads
dc.subjectRitualistic painting
dc.titleO não-lugar pode ser uma encruzilhada: pintura ritualística como acolhimento de si
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

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