Ecolinguística: possíveis conexões, caminhos e perspectivas

dc.creatorThomas, Erick Samuel Silva
dc.creatorCouto, Elza Kioko Nakayama Nenoki do
dc.date.accessioned2025-08-19T19:52:16Z
dc.date.available2025-08-19T19:52:16Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractThe aim of this article is to discuss possible connections between Ecolinguistics and Enunciative Linguistic Analysis (ELA), proposed by Sinval Martins de Sousa Filho and Sirleide de Almeida Lima. Initially, Ecolinguistics was defined as the study of the relationships between language and the environment. A little later, it was redefined as the study of interactions that occur within the linguistic ecosystem, which, as an integral ecosystem of language, includes the natural, mental and social ecosystems. ELA is a Brazilian proposal designed to be used in language teaching and learning processes. As in Ecolinguistics, the foundations of ELA are based on the concept of language as interaction and as an activity that constitutes thought and knowledge, and on the possibility of a grammar of meanings. This is a qualitative interpretive research that prioritizes the understanding and interpretation of social phenomena. In addition, we conducted a bibliographical research, revisiting and analyzing relevant studies in the areas of Ecolinguistics and Linguistic Analysis. The main theoretical references are Couto (2007), Couto; Couto; Borges (2015), Lima; Sousa Filho (2023) among others.
dc.description.resumoO objetivo deste artigo é discutir possíveis conexões entre a Ecolinguística e a Análise Linguística Enunciativa (ALE), proposta por Sinval Martins de Sousa Filho e Sirleide de Almeida Lima. Inicialmente, a Ecolinguística foi definida como estudo das relações entre língua e meio ambiente. Pouco mais tarde, ela foi redefinida como o estudo das interações que se dão no seio do ecossistema linguístico que, como ecossistema integral da língua, compreende o ecossistema natural, o mental e o social. A ALE é uma proposta brasileira pensada para ser utilizada nos processos de ensino-aprendizagem de línguas. Como na Ecolinguística, as bases da ALE partem da concepção de linguagem como interação e como atividade constitutiva do pensamento e do conhecimento e da possibilidade de uma gramática das significações. Trata-se de uma pesquisa qualitativa interpretativista, que privilegia a compreensão e interpretação dos fenômenos sociais. Além disso, realizamos uma pesquisa bibliográfica, revisitando e analisando estudos relevantes nas áreas da Ecolinguística e da Análise Linguística. As principais referências teóricas são Couto (2007), Couto; Couto; Borges (2015), Lima; Sousa Filho (2023) entre outros.
dc.identifier.citationTHOMAS, Erick Samuel Silva; COUTO, Elza Kioko Nakayama Nenoki do. Ecolinguística: possíveis conexões, caminhos e perspectivas. Ecolinguística: Revista brasileira de ecologia e linguagem, Brasília, v. 11, n. 1, p. 101-115, 2025. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/58058. Acesso em: 15 ago. 2025
dc.identifier.issne- 2447-7052
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/28407
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras - FL (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectLíngua como interação
dc.subjectEcolinguística
dc.subjectALE
dc.subjectMultimetodologia
dc.subjectLanguage as interaction
dc.subjectEcolinguistics
dc.subjectELA
dc.subjectMultimethodology
dc.titleEcolinguística: possíveis conexões, caminhos e perspectivas
dc.typeArtigo

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